Projeto Semeadores do Futuro celebra a gralha-azul em Piraí do Sul
De coleta de pinhões embaixo de araucárias ao plantio simbólico de sementes, o quinto ano A da Escola Eurides Martins mergulhou na cultura paranaense para preservar e homenagear o pássaro símbolo do Paraná

O quinto ano A da Escola Rural Eurides Martins, em Piraí do Sul, da professora Cristina Aparecida de Oliveira, desenvolveu o projeto Semeadores do Futuro com foco na preservação da gralha-azul, na conservação ambiental e no resgate das lendas e da cultura paranaense. A docente destaca que o projeto trabalhou oralidade, escrita e criatividade por meio de pesquisas, coleta de dados e atividades práticas ao longo de duas semanas.
"Os alunos são encaminhados para a parte externa da sala de aula, embaixo de pinheiros, onde as crianças colhem pinhões, observam os pinheiros e suas pinhas. A professora explica como a gralha enterra a semente com a ponta para baixo, facilitando a germinação", relata a educadora.
Na sequência, os estudantes realizaram o plantio simbólico de sementes de araucária no espaço da escola, simulando o trabalho da gralha, elenca Cristina. Um mural informativo foi confeccionado no pátio com desenhos, fotos e curiosidades sobre a ave.
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"Finalizando o Projeto Semeadores do Futuro, os alunos do 5º ano apresentam um pequeno teatro e convidam outros alunos, estudantes dos terceiro, quarto e segundo anos, para assistirem à apresentação da lenda da Gralha-Azul. Um grupo de alunos também preparou uma receita com o ingrediente principal, o pinhão", pontua a professora.
Ao longo do projeto, foram trabalhados diversos gêneros textuais, como lenda, conto, receita, infográfico, propagandas e entrevistas, acrescenta a docente. As atividades integraram Ciências, Geografia, Língua Portuguesa, História e Matemática em torno de um símbolo da identidade regional paranaense.
"Foram trabalhados diversos gêneros textuais, como: lenda, conto, receita, infográfico, propagandas, entrevistas. A avaliação acontece com a participação, interesse nas discussões e pesquisas e no trabalho cooperativo", conclui Cristina.
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