Vamos Ler leva debate sobre fake news e desinformação a Campo Largo
Videoaula no auditório e criação de manchetes falsas em duplas proporcionaram ao quarto ano A da Escola Anderson Paulart Júnior uma imersão sobre a desinformação nas mídias digitais

O quarto ano A da Escola Municipal Anderson Paulart Júnior, em Campo Largo, da professora Bruna dos Santos da Rosa Marins, desenvolveu uma atividade sobre fake news com foco na verificação de informações e no pensamento crítico diante das notícias compartilhadas no cotidiano. A docente destaca que o ponto de partida foi uma sessão coletiva no auditório da escola, onde os estudantes assistiram à videoaula do Vamos Ler sobre o que são e como combater essas informações falsas.
"Durante a exibição do vídeo, os alunos puderam compreender, de maneira clara e acessível, o significado do termo 'fake news', como essas informações falsas são criadas e compartilhadas, bem como os impactos negativos que podem causar na sociedade", relata a educadora.
De volta à sala, a roda de conversa abriu espaço para que os estudantes compartilhassem experiências e situações do cotidiano em que já haviam visto informações falsas circular na internet, na televisão ou em aplicativos de mensagens, conta Bruna. A discussão foi conduzida de forma dialogada, incentivando a reflexão sobre os perigos da desinformação e a responsabilidade no uso das tecnologias.
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"Na sequência, foi proposta uma atividade prática em duplas, com o objetivo de demonstrar, na prática, como as notícias falsas podem manipular informações e alterar a realidade dos fatos. Para iniciar a atividade, a professora apresentou aos estudantes algumas notícias atuais da semana relacionadas ao Brasil, selecionadas de forma apropriada para a faixa etária da turma. Cada dupla escolheu uma notícia para trabalhar", pontua a professora.
A partir da notícia escolhida, cada dupla criou uma manchete falsa, modificando ou distorcendo a informação original para compreender na prática como as fake news enganam quem não verifica o que consome, elenca a docente.
“Durante a realização da atividade, os alunos utilizaram a criatividade para alterar títulos, fatos e informações, compreendendo como as fake news podem enganar as pessoas quando não há verificação da veracidade dos conteúdos compartilhados", conclui Bruna.
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