Campo Largo amplia investimento em obras e infraestrutura na Educação | aRede
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Campo Largo amplia investimento em obras e infraestrutura na Educação

Obras como inauguração de novo prédio de escola, início da construção de Cmei, programas diversificados e aumento nos índices foram temas de conversa com o secretário da área

Secretário de Campo Largo foi o quinto convidado da série especial com gestores educacionais dos municípios que integram o Vamos Ler
Secretário de Campo Largo foi o quinto convidado da série especial com gestores educacionais dos municípios que integram o Vamos Ler -

Dhiego Tchmolo

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O Vamos Ler – Geração Digital, projeto de mídia, educação e novas tecnologias, deu sequência à série de entrevistas com os secretários municipais de Educação do Paraná que compõem a iniciativa do Grupo aRede e Instituto aRede. O quinto entrevistado foi Bruno Cézar da Cruz, à frente da Secretaria em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba.

“Nós iniciamos o ano com a nossa grande jornada pedagógica, tivemos a alegria de receber lá no município de Campo Largo um palestrante muito renovado, o Fabrício Carpinejar, que fez um trabalho com todo o nosso grupo de profissionais. Demos o start no ano e estamos aí com um ano de muita expectativa. Temos já a resposta do trabalho feito no ano passado com indicadores de aprendizagem, conseguimos avançar na fluência leitora, na proficiência dos componentes de Língua Portuguesa e Matemática”, contextualiza o educador.

O secretário traz o destaque da inauguração da nova estrutura da Escola Municipal Padre Natal Pigatto, que deve ocorrer nos próximos dias: a atual instituição é o mais antigo prédio em funcionamento em Campo Largo e que chegará com tudo novo, 100% climatizada e que faz parte de um pacote de obras. Desse modo, surgiu a necessidade, na região do Campo do Meio, da construção do Centro Municipal de Educação Infantil Gralha Azul.

“É uma obra no padrão FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), de grande porte, um centro Municipal de Educação Infantil, que vai ter possibilidade de atender até 200 crianças aproximadamente – e esse número sempre varia de acordo com a distribuição de turmas que a gente faça no espaço. Nós temos hoje um gargalo muito grande de atendimento naquela região da cidade e vamos suprir com essa nova obra. E a expectativa é muito grande”, relata Bruno.

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Assista à entrevista do secretário de Educação de Campo Largo, Bruno Cézar da Cruz | Autor: aRede.info

O gestor destaca três programas, dos quais o Concretize entra em sintonia com as obras: criado em 2025, reúne todas as ações de infraestrutura e melhorias dos prédios públicos da educação, aquisição de mobiliário, eletrônicos, pintura, revitalização e, projetando até 2030, a climatização de todas as salas de aula, no modelo que ocorre com o novo prédio que será entregue nos próximos dias. Outra iniciativa é o Programa Incluir Mais, que ampliou ainda mais as ferramentas e profissionais na área da inclusão.

O programa Leitura Mágica, complementa o secretário, é a ‘menina dos olhos’ em Campo Largo. A expectativa, segundo Bruno, é que, ao final do projeto, passando por todas as turmas do município, a criança tenha uma biblioteca pessoal de 30 a 40 livros sem repetir. “É um programa onde nós iniciamos logo depois da pandemia. O diagnóstico era: nossos estudantes precisam recompor as aprendizagens. Vamos fazer isso através da leitura e criar uma cultura de cidade leitora, foi esse o grande objetivo. Então, as crianças recebem uma maleta no início de cada ano, com quatro, cinco títulos, depende do ano, e é feita uma curadoria especial pela nossa equipe lá da Secretaria, é feita uma proposta de trabalho pedagógico dentro de sala de aula”, conclui o educador.

Vamos Ler exalta protagonismo de alunos e professsores

O Vamos Ler no seu primeiro ano em Campo Largo, destaca Bruno, amplia as potencialidades já existentes no município, trazendo protagonismo aos professores e alunos. “Eu sempre digo lá na rede: nós temos muita ciência sendo feita dentro de sala de aula. Só que a ciência, para ter uma validade, enquanto ciência, para se tornar ciência, ela precisa das fases de documentação, de comprovação, para que tenha esse reconhecimento como tal, e os nossos professores, muitas vezes, não conseguem fazer isso. Mas, através de um instrumento como o Vamos Ler, eles têm esse caminho facilitado”, relata o secretário.

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