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Pauliki discute proposta de implantação do SVO

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O deputado estadual Márcio Pauliki (PDT) pretende dar início a uma série de articulações políticas e técnicas, para a instalação de um Centro para Serviço de Verificação de Óbito (SVO) em Ponta Grossa. De acordo com Pauliki, ele já entrou em contato com a chefe da 3ª Regional da Saúde, Scheila Tramontin Mainardes, para que sejam feitos levantamentos para viabilizar a concretização desse Centro, o mais rápido possível.

O objetivo é que, já na próxima semana, seja possível agendar uma reunião que inclua o delegado da 13ªSubdivisão Policial, Danilo Cesto; a secretária municipal de Saúde, Ângela Pompeu; e o reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Carlos Luciano Sant’Ana Vargas. Os três setores (segurança, saúde e pesquisa) integrariam um primeiro diálogo para a formatação do SVO no município.

“Nós não temos, na região, esse serviço de análise nos casos de mortes apontadas como naturais. Não sabemos até que ponto uma pessoa morreu por uma causa natural, por erro médico ou porque deixou de tomar um remédio que deveria ser de uso contínuo. E é um serviço que não cabe ao IML. Por isso, o SVO seria de grande importância”, explica Pauliki. A intenção, é que o SVO funcione com verbas federais, complementadas por um sistema de consórcio entre os 28 municípios que já são atendidos pelo IML.

Segundo ele, uma verba considerada pequena, de cerca de R$ 50 mil, poderia ser suficiente para os primeiros passos da instalação do SVO, como o aluguel de uma sede e a contratação de profissionais para o atendimento.

Projeto de lei deve dar agilidade para liberação de corpos

Na quarta-feira (4), Pauliki também protocolou na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), juntamente com o deputado estadual Felipe Francischini (Solidariedade) um projeto de lei que permite que parentes até terceiro grau possam fazer a retirada de um corpo no IML. Segundo ele, a intenção é agilizar os processos burocráticos, necessários justamente nos momentos mais dolorosos para uma família. “Muitas vezes, um tio da vítima está melhor preparado psicologicamente do que os parentes mais próximos, para fazer a liberação de um corpo no IML”, argumenta. Para que o cadáver fosse retirado do IML, bastaria que o familiar apresentasse um documento de identificação do parentesco.

Informações do Jornal da Manhã.

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