Conselheiro vê EIV como 'correção histórica' para a expansão urbana de PG
Niltonci Batista Chaves é diretor do Museu Campos Gerais (MCG) e avalia a aplicação do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV)

O conselheiro da área de História do Grupo aRede, Niltonci Batista Chaves, avalia que os quase R$ 70 milhões em obras viabilizadas por meio do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) representam um novo momento da expansão urbana de Ponta Grossa e corrigem uma distorção histórica no desenvolvimento da cidade.
Para o historiador, Ponta Grossa passou por diversos ciclos de crescimento, como durante a expansão das ferrovias e da ocupação de novas regiões, quando o progresso econômico ocorreu de forma acelerada, mas a infraestrutura chegou com atraso, deixando ao poder público os custos de obras essenciais.
Segundo ele, a aplicação do EIV permite que parte dessa responsabilidade seja compartilhada com a iniciativa privada. Apesar de considerar a ferramenta um avanço importante, Chaves ressalta que ela não substitui a necessidade de um planejamento urbano de longo prazo, capaz de integrar essas intervenções a um projeto de cidade voltado às demandas das próximas décadas.
Assista abaixo à opinião de Niltonci, que é historiador, doutor em Educação, professor, presidente da Associação dos Museus da Região dos Campos Gerais e diretor do Museu Campos Gerais (MCG):
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