Turma de Castro sai às ruas pela conscientização sobre o autismo
Caminhada de alerta ao tema, confecção de cartazes e visita à unidade de saúde marcaram o quinto ano A da Escola Jardim Bela Vista em ações pelo respeito ao Transtorno do Espectro Autista

O quinto ano A da Escola Municipal do Jardim Bela Vista, em Castro, da professora Luciana Aparecida Marques Santos, realizou diversas ações na escola e na comunidade como culminância das atividades de abril, com o objetivo de promover a conscientização sobre o respeito às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
"Dentre as atividades desenvolvidas, destacou-se uma caminhada de conscientização, na qual os alunos ressaltaram aos moradores a importância de respeitar e valorizar as diferenças. A referida caminhada mostrou-se significativa para a comunidade, contribuindo para a compreensão de que o autismo não se trata de uma doença, mas de uma condição que faz parte da diversidade humana, sendo fundamental o respeito às particularidades de cada indivíduo", aponta a docente.
Durante o projeto, os alunos confeccionaram cartazes com frases simples e objetivas, incentivando o respeito ao próximo e oferecendo apoio às mães que muitas vezes se sentem sozinhas na busca pela garantia de direitos assegurados a todos, destaca Luciana.
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"Na ocasião, os alunos também visitaram a unidade de saúde da comunidade, onde foram acolhidos com aplausos pelos profissionais e demais moradores do bairro. Tal reconhecimento representou um momento significativo, reforçando a importância das ações realizadas e evidenciando que a construção de uma sociedade mais inclusiva é um compromisso coletivo", relata a educadora.
A partir dessas vivências, os alunos compreenderam que podem contribuir para a transformação de atitudes e percepções sociais, reconhecendo que a pessoa com TEA não deve ser definida por limitações, mas compreendida em suas potencialidades e necessidades específicas, diz a professora.
"As ações desenvolvidas possibilitaram aos alunos a construção de valores fundamentais, como empatia, respeito às diferenças e atitudes inclusivas no ambiente escolar e social, reconhecendo o Transtorno do Espectro Autista como parte da diversidade humana", conclui Luciana.
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