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Mãe faz vaquinha para tratar filha com paralisia facial

Maria Laura nasceu com uma síndrome rara e que não tem cura, mas o tratamento possibilitará uma qualidade de vida melhor

Maria Laura nasceu na maternidade da Santa Casa de Misericórdia, no dia 22 de fevereiro
Maria Laura nasceu na maternidade da Santa Casa de Misericórdia, no dia 22 de fevereiro -

Da Redação

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Maria Laura nasceu com uma síndrome rara e que não tem cura, mas o tratamento possibilitará uma qualidade de vida melhor

Desde que chegou ao mundo, há dois meses, a ponta-grossense Maria Laura tem enfrentado uma batalha atrás da outra. Depois de seguidas internações e exames, a pequena foi diagnosticada com Síndrome de Moebius, uma paralisia congênita que faz com que ela não tenha nenhuma expressão facial: ela não sorri, não pisca, nada.  A doença não tem cura, mas com o tratamento correto, Maria pode conseguir ter uma qualidade de vida melhor. Sem poder trabalhar por conta do coronavírus, os pais, que são comerciantes, dependem da ajuda dos avós e de familiares para poder cuidar de Maria.

Jenifer vendia salgados em uma banquinha no Terminal de Oficinas – que está aos cuidados da irmã mais nova dela. Allan, o pai de Maria, trabalhava no ‘Paraguaizinho’, fechado no momento. Para tentar levantar o dinheiro do último exame solicitado pelo médico geneticista, e que custa R$ 4,9 mil com desconto, a mãe Jenifer Venske criou uma vaquinha online, onde conta um pouco da situação da filha. 

“Uma das características da sua síndrome é o queixo pequeno, o que traz dificuldade na deglutição e também refluxo, por isso precisa de leites caros na alimentação. Outra característica da síndrome é o pé torto congênito, que também precisa de tratamento. Ela está sofrendo também com crises convulsivas e espasmos, que precisamos descobrir a causa o quanto antes, pois as crises a prejudicam. Possui dois canais arteriais no coração aberto, que se não se fecharem precisará de mais uma cirurgia”, explica a mãe. 

Nesse momento de dificuldade, toda ajuda é bem-vinda, seja como valor para esse primeiro exame, ou mesmo para o tratamento que ela precisa, e que ao longo da vida, envolverá profissionais de diversas áreas, como fonoaudiólogo, fisioterapeuta, nutricionista, entre outros. Quem quiser contribuir, além da vaquinha pode entrar em contato com a mãe pelo número (42) 99815-7917.

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