Parque Ecotecnológico de PG ganha conselho gestor

Foram nomeados oficialmente, nesta terça-feira, os integrantes do Conselho de Desenvolvimento do Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa – o Condeparque. Os 14 membros são representantes do poder público municipal (6), instituições de ensino tecnológico (3) e de entidades civis do município (5). As informações foram publicadas na edição de ontem do Diário Oficial do Município.
O cargo de presidente é composto pelo Secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, Paulo Carbonar, e o vice-presidente o Diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia, Valdoni
Magagnin. Os outros nomeados foram os representantes das secretarias municipais de Administração (Gisele Jensen), Planejamento (Luiz Gustavo Barbur), Gestão Financeira (Indiamara Baiack)
e Afepon (Marco Deitos); de instituições de ensino UTFPR (Nelson Canabarro), UEPG (Ricardo Antonio Ayub), Cescage (Paulo Reusing Junior); e das entidades Fiep (Helmiro Bobeck), Acipg (Jarbas Goes), NSTI (João Marcos Pelissari), Caixa Econômica (Denilson da Silva) e Associação Paranaense de Engenharia de Produção - Aprepro (João Luiz Kovaleski).
O Secretário Paulo Carbonar esclarece que assim como o Codesi, voltado para a instalação de indústrias, o Condeparque existe para discutir os interesses das empresas do setor de tecnologia, para a análise de pedidos para a doação de áreas e ver se as empresas realmente se enquadram como do setor de TIC para receber os benefícios fiscais previstos no Parque. Entre eles estão redução de 50% da alíquota de ISS, e benefícios em internet de alta qualidade. “Além de debater sobre o perfil das empresas, serve para definir a estrutura de governança que vai ser feita na gestão do Parque, para garantir, mesmo com a troca de governo, a linha de atuação”, relata Nelson Canabarro, coordenador da incubadora de tecnologia da UTFPR.
Canabarro lembra que o conselho foi constituído com a criação do Parque, mas que agora foram nomeados os conselheiros, que também têm o dever de assessorar a prefeitura na atração de indústrias. O espaço poderá receber 100 empresas. “Quando em plenos pulmões, deverá gerar 4 mil empregos. Nessa área se precisa de pessoas; não tem outro caminho se não tiver gente para trabalhar. Além disso não polui, oferece salários altos e terá um potencial gigantesco: depois do período de industrialização, o Parque vai ser o novo ponto de desenvolvimento da cidade”, diz
Obras serão liberadas em setembro
O secretário Paulo Carbonar revelou que obras de limpeza de terreno e abertura da rua número 2 estão sendo feitas no local do Parque, ao lado da UTFPR. As oito empresas que reconfirmaram o investimento nesse ano poderão iniciar as obras em setembro. “A pavimentação deve ser iniciada em junho. Precisamos estar com infraestrutura, como luz e água, prontos, e em três meses, setembro, essas empresas podem começar a trabalhar”, diz. A pavimentação da ‘rua 2’ deve ser iniciada no começo do próximo ano.
Informações do Jornal da Manhã.





















