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Grupo investe R$ 6,5 mi em fábrica e em frigorífico

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Fernando Rogala

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A empresa Tonini Wendling, que atua no segmento de carnes e de transportes, pretende investir R$ 6,5 milhões em Ponta Grossa até o próximo ano. Além de uma nova fábrica de embutidos, que deverá entrar em operação dentro de três semanas, há a pretensão de investir em um frigorífico, para atender toda a demanda da cidade. A empresa aguarda a autorização do município, cuja resposta deverá ocorrer ainda nesta semana, para depois iniciar as obras, as quais deverão levar oito meses para serem executadas. Somados os dois investimentos, serão gerados 65 empregos diretos.

Sediada em Ponta Grossa, a empresa, atualmente, tem sua linha de produção na Avenida Carlos Cavalcanti, mas com o aumento da demanda em Ponta Grossa e região, surgiu a necessidade de uma ampliação dos negócios no município. Agora, uma nova estrutura, para a fabricação de embutidos, foi construída no Contorno Leste, na região do Jardim Pontagrossense. Somente neste empreendimento, o investimento será de R$ 2,5 milhões. “Será uma fábrica de embutidos, para produzir linguiça fresca. O investimento será de R$ 2,5 milhões. A área construída é de 1,2 mil m² e serão gerados 35 empregos diretos”, explica o empresário Gilberto Antonio Tonini, sócio proprietário da empresa.

Já o investimento do abatedouro deverá ser de aproximadamente R$ 4 milhões, segundo Tonini. Ele irá suprir a demanda do município e servirá como alternativa ao ‘matadouro municipal’. “É um matadouro para suínos, bovinos e caprinos, que, basicamente, irá atender Ponta Grossa. Será para substituir o matadouro municipal, e estamos aguardando o ‘ok’ da prefeitura. Estamos fechando o projeto nesta semana, e assim que recebermos a aprovação, vamos dar início à construção”, afirma Tonini. A previsão é de que 30 empregos sejam gerados.

Segundo Tonini, a necessidade surgiu diante da ausência de um empreendimento desses no município, o que encarecia os custos de produção. “O projeto surgiu pela dificuldade de termos que fazer o abate fora do município”, completa o empresário. Além de atender a outras empresas, o empreendedor afirma que o frigorífico estará disponível para parceria com centros de educação. “Pretendemos abrir as portas para faculdades, como o Cescage, a UEPG, para aproveitar para os cursos de medicina, veterinária, zootecnia”, conclui.

Construção levará oito meses

De acordo com Tonin, a resposta da aprovação do frigorífico, por parte prefeitura, deve sair nesta semana. Assim que obtiver esse aval, a empresa deverá fechar a localização (que ainda não está 100% definida) e em curto prazo iniciar as obras. “Não devemos demorar muito para definir. A construção deve levar oito meses, e já no começo do ano que vem deve entrar em operação”, explica. A construção terá aproximadamente 1,5 mil metros quadrados.

Informações do Jornal da Manhã.

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