Rangel pede urgência em empréstimo de R$ 15 milhões

As comissões da Câmara de Ponta Grossa analisam o pedido do prefeito Marcelo Rangel (PPS) para contratar um empréstimo de R$ 15 milhões junto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Segundo os projetos encaminhados ao Legislativo em regime de urgência, os recursos do BRDE devem financiar obras de pavimentação em 29 regiões da cidade, além da construção do Parque Central.
As negociações entre a Prefeitura e o BRDE começaram em meados do ano passado e agora dependem somente da aprovação dos vereadores para serem concluídas. Com a contratação do empréstimo, o município pretende aplicar R$ 10 milhões para asfaltar e recuperar 32,7 quilômetros.
Além de bairros periféricos, o projeto de recuperação asfáltica do Governo Municipal inclui ruas na região central do município, como a Avenida Vicente Machado, Balduíno Taques e Fernandes Pinheiro.
Com o restante dos recursos, a Prefeitura busca dar início às obras do Parque Central, que já estão com os projetos executivos em licitação. De acordo com a assessoria de imprensa do governo, os R$ 5 milhões do BRDE serão utilizados nas obras previstas nas proximidades de Olarias. “As obras vão começar nesta região e seguem no sentido do Parque Ambiental. Primeiro serão executados os projetos nas áreas de menor movimento”, informou.
Conforme o contrato articulado com o BRDE, a Prefeitura deve começar a pagar as parcelas da dívida no próximo ano. O prazo do financiamento é de oito anos. Como garantia ao banco, o Governo Municipal pretende ceder verbas do ICMS e do FPM para amortizar a dívida de R$ 15 milhões.
As comissões de Justiça e Redação (CCJ) e Finanças da Câmara Municipal têm até o dia 27 de março para avaliarem a pedido e levarem o empréstimo à votação no plenário.
Projeto prevê extinção de terminal
Entre as ações previstas no projeto do Parque Central está a extinção do Terminal Central de Ponta Grossa. Elaborada pelo Instituto de Planejamento Urbano (Iplan), a proposta ainda depende da criação do projeto executivo que segue em licitação. O plano conceitual do Iplan propõe a substituição do terminal por um espaço de convivência que deve abrigar feiras itinerantes. Segundo o plano, as funções do terminal seriam deslocadas para outros pontos da cidade. A ideia integra o Plano de Mobilidade Urbana de Ponta Grossa, concluído no ano passado. O projeto pretende fragmentar o terminal central em ‘miniterminais’ em regiões estratégicas do municípios.
Informações do Jornal da Manhã.





















