PG estuda quatro áreas para abrigar novo aterro

Para adequar o município à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a Prefeitura de Ponta Grossa estuda quatro áreas para abrir um aterro sanitário. Os terrenos sondados são particulares e o Governo Municipal deve iniciar as negociações com os proprietários nas próximas semanas.
As informações foram confirmadas pelo secretário de Meio Ambiente, Paulo Cenoura. O chefe da pasta reconheceu a possibilidade de ampliação da capacidade do Botuquara, com a construção de uma quinta célula. Entretanto, g Cenoura garantiu que o funcionamento da nova unidade duraria somente até as negociações com os novos terrenos serem concluídas.
“Pode haver uma quinta célula? Até pode, mas nosso objetivo é buscar novas áreas”, disse. “O Botuquara é uma questão provisória. Existem quatro áreas, que ainda não podemos divulgar, pois se tratam de terrenos privados”, completou.
A prorrogação da vida útil do Botuquara e a discussão sobre as novas áreas pautou o encontro de Cenoura com o secretário Estadual do Meio Ambiente, Ricardo José Soavinski, na semana passada. O prefeito Marcelo Rangel (PPS) também participou da reunião.
Segundo Cenoura, a Prefeitura buscará uma parceria com a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e o Fórum das Águas para que os estudos das novas áreas sejam acelerados. A UEPG tem cobrado soluções do Governo Municipal sobre a questão do lixo e questionado a emissão do alvará para o Complexo Eco Ambiental de Ponta Grossa (CEAPG).
Segundo AGU, pelo menos 35 áreas podem abrigar aterro
Em levantamento do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), apresentado pela Advogacia Geral da União (AGU), pelo menos 35 áreas de Ponta Grossa podem abrigar um aterro sanitário. O levantamento foi realizado para pressionar o fechamento do CEAPG – empreendimento da Ponta Grossa Ambiental (PGA) construído sobre área de recarga de mananciais no aquífero de Furnas. A procuradora federal Bianca Chemin preferiu não se posicionar sobre a prorrogação da vida útil do Botuquara, que terá a capacidade esgotada em dezembro deste ano
Informações do Jornal da Manhã.





















