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Prefeitura deve entregar R$ 59 milhões em obras

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Gabriel Sartini

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Marcelo Rangel reassume a prefeitura de Ponta Grossa na segunda (26), para dar início ao terceiro ano de seu mandato. O prefeito já anunciou que 2015 será o ano das obras para o município. Os principais projetos dessa gestão que devem ser concretizados este ano, ao menos parcialmente, somam mais de R$ 59 milhões em investimento.

A previsão da administração pública é realizar a entrega de 20 Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis), com investimento de R$ 24 milhões; 12 novos postos de saúde, 13 escolas de educação em tempo integral e novos conjuntos habitacionais de casas populares.

Além destas obras, também tem previsão para entrega este ano os projetos da trincheira da Ernesto Vilela, com investimento de R$ 4 milhões, a trincheira do Los Angeles, com investimento de R$ 7.2 milhões, a alternativa ao binário na Avenida General Carlos Cavalcanti, que previa R$ 4 milhões em recursos e parte do Lago de Olarias, que conta com R$ 20 milhões em recursos para sua execução completa.

O valor pode ser ainda maior, considerando o investimento nas escolas, nas unidades de saúde e com as casas populares. “Muita coisa vai acontecer na cidade em 2015. Só em questão de habitação, queremos superar o que foi prometido em campanha, seis mil casas populares. Além dessas grandes obras, também vamos investir em pavimentação, garantindo melhor infraestrutura para muitos bairros”, destacou o integrante do governo, Dr. Zeca.

Outro projeto que deve ter alguma etapa concluída ainda este ano é do Parque Central. A previsão da prefeitura é que até o mês de abril estejam instaladas as ciclofaixas no Parque Ambiental, integrando o novo plano de mobilidade urbana do município, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Iplan).

O Iplan também inicia em breve a adequação do trecho de quase 20 quilômetros de calçadas, garantindo acessibilidade próximo de associações como Apae e Apadevi.

Entretanto, o principal desafio dessa gestão será concretizar todos os projetos diante da situação econômica do município. Foi prorrogado até o final de junho o decreto que define regras para manter a execução orçamentária, o equilíbrio das contas públicas e o cumprimento das metas fiscais estabelecidas para o 1º semestre do exercício financeiro de 2015.

Rangel garantiu que essas medidas não irão interferir na execução de obras que já estavam previstas para o município, como os Cmeis, as unidades de saúde e principalmente as ações de pavimentação nos bairros.

Executivo vai depender de Câmara autônoma

Além das restrições financeiras, outra situação que pode se configurar um desafio no terceiro ano de Marcelo Rangel é a nova composição da diretoria da Câmara de Vereadores, que tomou posso em janeiro prometendo uma gestão autônoma e independente. Somado a isso a bancada de oposição da Cãmra, Rangel pode enfrentar dificuldades para a aprovação de projetos. “A Câmara não pode ser vinculada ao Poder Executivo”, destacou o presidente da Câmara, Sebastião Mainardes (DEM), na ocasião da posse.

Informações do Jornal da Manhã.

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