Frentista compra caixão e roupa que vai usar quando morrer: “Pra não dar trabalho”

Um frentista de 45 anos tomou uma decisão inusitada. Morador na Vila Verde, na Cidade Industrial de Curitiba, Marco Antonio Maio de Oliveira comprou o próprio caixão, as coroas de flores, as velas e até a própria roupa que pretende usar do fatídico dia.
Tudo isso, motivado pela morte do pai, que aconteceu há três anos, de acordo com reportagem desta semana no Jornal O Repórter. Segundo Marco, a intenção é não deixar problemas para ninguém assim que morrer.
“Por isso resolvi comprar o meu próprio caixão. No dia de minha morte não quero muitas pompas, por isso que já comprei tudo na funerária São Francisco, aqui em Curitiba. Não gastei muito não”, contou o frentista.
Marco também explicou que a morte do seu pai foi repentina e pegou a todos de surpresa. “Hoje ele está sepultado em Colombo e foi uma correria para a gente fazer todo o funeral. Já escolhi tudo a dedo, mais fácil”, concluiu.





















