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Paraná finaliza 1ª safra de feijão e registra redução de área no segundo ciclo

Custo de produção elevado e volatilidade de preços levaram produtores a migrar para soja e milho; clima em março prejudicou floração

Lavouras de feijão segunda safra no Paraná estão sob risco de abortamento de flores e doenças fúngicas devido à instabilidade climática
Lavouras de feijão segunda safra no Paraná estão sob risco de abortamento de flores e doenças fúngicas devido à instabilidade climática -

Publicado por Eduarda Gomes

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O Paraná concluiu a colheita da primeira safra de feijão (cores e preto) no último mês. As informações são do 7º Levantamento de Grãos para a safra 2025/2026, divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Embora as produtividades tenham superado as estimativas do levantamento passado, o resultado médio foi inferior ao ciclo anterior devido ao excesso de umidade na maturação e à alta pressão da mosca-branca. Para a segunda safra, observa-se uma redução considerável na intenção de plantio, reflexo da queda de preços na época da semeadura e da melhor rentabilidade do milho.

O relatório aponta que as lavouras de segunda safra enfrentam desafios. A baixa luminosidade e a instabilidade climática de março comprometeram a fotossíntese e aumentaram o risco de abortamento de flores e vagens. Apesar da boa umidade no solo, a queda de temperatura favorece doenças fúngicas, exigindo monitoramento sanitário intensificado para mitigar perdas qualitativas.

LEIA ABAIXO UM RESUMO DA NOTÍCIA

- Balanço da 1ª Safra: Colheita finalizada com produtividade inferior ao ano passado devido a pragas (mosca-branca) e excesso de chuva na maturação.

- Retração na 2ª Safra: Produtores reduziram a área plantada devido aos altos custos e à migração para culturas com melhor rentabilidade, como milho e soja.

- Riscos Atuais: A nebulosidade persistente em março e a queda de temperatura ameaçam o peso dos grãos e o potencial produtivo da safra.

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