‘O Agente da U.N.C.L.E.’ tempera Guerra Fria com bom humor | aRede
PUBLICIDADE

‘O Agente da U.N.C.L.E.’ tempera Guerra Fria com bom humor

Imagem ilustrativa da imagem ‘O Agente da U.N.C.L.E.’ tempera Guerra Fria com bom humor
-

Tiago Bubniak

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Recentemente, ‘Hacker’ trouxe estadunidenses e chineses trabalhando em cooperação para desmantelar ciberterrorismo. Outra parceria político-ideologicamente interessante que se vê agora no cinema está em ‘O Agente da U.N.C.L.E.’, filme adaptado de uma série de TV dos anos 1960. Desta vez, um agente norte-americano (Henry Cavill, de ‘O Homem de Aço’) atua ao lado de um espião russo (Armie Hammer, de ‘O Cavaleiro Solitário’), no auge da Guerra Fria, em 1963. Ambos precisam combater uma organização criminosa que ameaça o mundo todo.

A direção é de Guy Ritchie, cineasta famoso pelos filmes de Sherlock Holmes estrelados por Robert Downey Jr. O resultado não dispensa os elementos clássicos de filmes do gênero. Há perseguições coreografadas, trilha sonora de impacto para momentos de impacto e muitos tiros e explosões, além das famigeradas reviravoltas. Os personagens são construídos de modo a deixar claro que a missão está acima de tudo, nem que para isso seja preciso surpreender (tanto o colega quanto o espectador).

Um dos ingredientes mais acentuados em ‘O Agente da U.N.C.L.E.’ é o humor. Altas doses de comicidade emanam da relação conturbada entre um estadunidense e um russo que precisam aparar arestas para chegar ao fim do trabalho com sucesso. Esta é, inclusive, a essência da série de TV que inspirou o filme: explorar com bom humor a inimizade entre EUA e Rússia durante a Guerra Fria. A exemplo do que já fez com Sherlock Holmes, Guy Ritchie entrega um filme bastante agradável e atraente, capaz de render bons momentos de diversão.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right