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Novo diretor pretende humanizar o IML de PG

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| Autor: Rodrigo de Souza

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Ainda vivendo um momento de crise com a falta de médicos legistas, o Instituto Médio Legal (IML) de Ponta Grossa passa a ser comandado pelo médico ponta-grossense Anderson Droppa. Ele assumiu o cargo de chefe da seção na última quarta-feira, após ser nomeado no Diário Oficial do Estado.

De família tradicional local, filho do também médico Horácio Droppa, ele pretende humanizar o atendimento do órgão. “Garanto que nenhum cadáver ficará mais do que duas horas aguardando liberação. A família sofre muito com toda a situação”, relata ele que já trabalha na unidade há dois meses como médico legista. Além disso, o novo chefe tentará melhorar as acomodações para os familiares. “Os parentes precisam de um local adequado para aguardarem os procedimentos”, completa.

Em relação à estrutura do prédio, que fica anexo a 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, Droppa afirma que buscará parcerias na iniciativa privada para contornar os problemas. “Nosso IML não tem material suficiente. Precisamos pintar o prédio e modernizar nosso sistema. Todavia, o Estado passa por dificuldades. A única saída é buscar parcerias”, explica.

Sobre a falta de médicos na unidade, Droppa relata que aguarda ainda o encaminhamento de profissionais da Secretária de Saúde até que um novo teste seletivo seja realizado. “Temos a previsão de que o teste aconteça entre junho e julho. Devo me reunir nos próximos dias com a secretária [de Saúde] Ângela Pompeu para decidir sobre o repasse dos médicos”, afirma. De acordo com a assessoria da Prefeitura de Ponta Grossa, a intenção é que dois médicos sejam cedidos para o órgão em maio. Com o repasse, a unidade passará a contar com cinco profissionais.

Órgão passou por vistoria em março

Em março, o Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa recebeu a visita de Alexandre Gebran Neto, chefe da Divisão do Interior do IML. Alexandre esteve acompanhado pela secretária municipal de Saúde, Ângela Pompeu, e pelo deputado estadual Márcio Pauliki. Alexandre veio até Ponta Grossa para fazer um inventário da sede do órgão e levar o documento até a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná. Na época, Gebran afirmou que a falta de médicos nesse tipo de atendimento era um problema crônico.

Informações do Jornal da Manhã.

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