Espaços dos terminais de PG são subutilizados | aRede
PUBLICIDADE

Espaços dos terminais de PG são subutilizados

Imagem ilustrativa da imagem Espaços dos terminais de PG são subutilizados
-

A Rede

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Muita gente já precisou pegar um ônibus para ir até o centro de Ponta Grossa, em busca de ações simples como colocar uma carta no correio, buscar informações adicionais sobre uma fatura de energia elétrica ou de água, ou ainda se cadastrar a uma vaga de emprego na Agência de Empregos da cidade. O que pouca gente sabe, é que serviços como esse poderiam ser disponibilizados dentro do Terminal Central de Ônibus.

A lei municipal nº 5.014, de 1994, teve a boa intenção de facilitar o acesso da população a serviços básicos, aproximando o atendimento de empresas de interesse público. O texto, sancionado em 4 de maio de 1994 pelo então prefeito Paulo Cunha Nascimento, autoriza o Poder Executivo a ceder espaços de área no Terminal Central de Transporte Coletivo a entidades como a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Companhia Paranaense de Energia (Copel) e Empresa Brasileira dos Correios e Telégrafos (EBCT).

As empresas interessadas poderiam instalar locais para essa finalidade. Apenas a título de exemplo, no caso da Sanepar, tal espaço serviria para oferecer esclarecimentos a respeito dos serviços oferecidos, orientações sobre consumo e economia de água ou regularização de endereços, entre outros serviços de interesse da empresa junto ao público consumidor.

Mas, até hoje, nenhuma empresa manifestou interesse no assunto. O vereador Antônio Aguinel acredita que falta interesse do poder público. “A própria Agência do Trabalhador poderia funcionar nos terminais, economizando em tempo e deslocamento para quem está buscando um emprego”, exemplifica Aguinel.

A Rodoviária também é subutilizada. Possui espaço no piso superior onde haveria um restaurante que nunca funcionou.

Lei não envolve obrigatoriedade

Na visão de Antônio Aguinel, o grande problema é que essa lei é apenas “autorizativa”. Ela não obriga a nenhuma ação, nem mesmo a contatar as empresas públicas, oferecendo o espaço do Terminal para as finalidades descritas no texto. O Jornal da Manhã entrou em contato com as assessorias de comunicação da Sanepar, Copel e Correios para saber se há conhecimento sobre essa lei, e se existe interesse no uso de área no Terminal Central. Apenas a Copel respondeu, dizendo não haver interesse, pois possui uma agência de atendimento a menos de 500 metros do Terminal.

Informações do Jornal da Manhã.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right