Messi, Real, Barça; Futebol espanhol vira caso de polícia

O futebol espanhol ganhou destaque negativamente esta semana. E não foi por um mal desempenho dentro de campo ou por brigas dentro de estádios, vai além. Primeiro, um suposto envolvimento de Messi com o narcotráfico; A apropriação do dinheiro da transferência de Neymar (entre Santos e Barcelona) por parte do presidente do Barça, Sandro Rosell; E por fim, o escândalo de superfaturamento de um terreno cedido pelo Real Madrid à prefeitura da capital espanhola para sanear dividas que o clube teria com o administração da cidade.
Caso 'Messi'
Quarta-feira , o diário "El País", o mais importante da Espanha, publicou detalhes do primeiro caso. De acordo com o jornal, a polícia espanhola investiga a lavagem de dinheiro de traficantes de drogas colombianas em cinco partidas beneficentes com a participação de Messi - realizadas na última pré-temporada.
O "El País" relata encontro do chefe da quadrilha responsável pela lavagem de dinheiro em Barcelona com o empresário argentino Guillermo Marín, que cuidava da organização dos jogos. Em um dos encontros um irmão de Messi estaria presente.
Real Madrid
O escândalo do Real Madrid, a suspeita é que o clube superfaturou o valor de um terreno dado como garantia em uma permuta com o governo de Madri. O valor do local era estimado em 550 mil euros em 1998. Quando foi oferecido como garantia, valia, segundo o Real Madrid, 22 milhões de euros. Valorização de 3.700%, contra 250% da média do local em que se encontrava.
Presidente do Barcelona
Por fim, Rosell, mandatário do Barça e velho amigo do ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, segue precisando explicar a acusação de "apropriação indébita" de parte dos valores da venda de Neymar do Santos ao clube catalão. Um juiz espanhol confirmou na última quarta-feira o pedido dos contratos de toda a negociação.





















