Leis que defendem a 'Causa Animal' ainda são inoperantes em PG
Conselheiro, historiador acredita que o poder público precisa ser mais atuante e assertivo nesse assunto

O conselheiro de História do Grupo aRede, Niltonci Batista Chaves, explica que a defesa da 'Causa Animal' é um tema contemporâneo. Diante desse cenário, ele acredita que as leis que defendem os animais ainda são inoperantes - o debate é referente a uma reportagem especial do Portal aRede.
Por fim, o historiador enaltece os trabalhos realizados por Organizações Não Governamentais (ONGs) e pede mais participação do poder público nesse assunto.
Assista abaixo à opinião de Niltonci, que é historiador, doutor em Educação, professor, presidente da Associação dos Museus da Região dos Campos Gerais e diretor do Museu Campos Gerais (MCG):
CONSELHO DA COMUNIDADE
Composto por lideranças representativas da sociedade, não ocupantes de cargo eletivo, totalizando 14 membros, a iniciativa tem o objetivo de debater, discutir e opinar sobre pautas e temas de relevância local e regional, que impactam na vida dos cidadãos, levantados semanalmente pelo Portal aRede e pelo Jornal da Manhã, com a divulgação em formato de vídeo e/ou artigo.
Conheça mais detalhes dos membros do 'Conselho da Comunidade' acessando outras notícias sobre o projeto.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DO ARTIGO
- Contemporaneidade e Ineficiência Legal: o historiador pontua que a 'Causa Animal' é um tema recente na linha do tempo social. Embora existam leis de proteção, ele as classifica como inoperantes, indicando que a legislação atual ainda não consegue ser aplicada com a eficácia necessária para garantir o bem-estar dos animais;
- Protagonismo das ONGs: Niltonci enaltece o papel das Organizações Não Governamentais, que hoje atuam como a principal rede de apoio e proteção. Para ele, o trabalho voluntário é o que tem sustentado a causa diante das lacunas deixadas pelo sistema formal;
- Apelo por Políticas Públicas: o debate reforça a urgência de uma participação mais ativa do Poder Público. O conselheiro defende que o Estado não pode se omitir, sendo necessária uma transição de ações isoladas de voluntários para políticas governamentais estruturadas e presentes.
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