PMs entram em colégio em chamas e salvam operário

Policiais militares da Patrulha Escolar de Piraí do Sul, região dos Campos Gerais, controlaram um incêndio a um colégio da cidade e salvaram um operário na tarde de ontem (24). Eles realizavam patrulhamento pela Avenida Santa Marcelina, região central da cidade, quando perceberam as chamas no telhado do Colégio Santa Marcelina. Os policiais pararam a viatura e entraram no colégio para controlar o incêndio.
O soldado Robson, um dos policiais que atendeu à ocorrência ao lado do soldado Souza, lembra que toda a ação foi rápida. “Escutamos uma explosão e olhamos para o colégio, o fogo já estava saindo pelo telhado. Entramos imediatamente, falamos para uma pessoa ligar para os bombeiros e orientamos cerca de 25 pessoas a saírem do colégio”, comenta. Com o local evacuado, os policiais subiram até o local das chamas e encontraram um funcionário caído.
“Um grupo de funcionários está trocando a estrutura de madeira do telhado por uma estrutura metálica, e ao lado havia um galão de 18 litros de jimo cupim. Acredito que uma fagulha possa ter caído próximo ao galão e provocou a explosão”. No local, havia um homem ferido depois de ter parte do corpo incendiado. “Usamos o próprio extintor do colégio para controlar o fogo e evitar que as chamas se alastrassem até a chegada dos bombeiros”.
A vítima recebeu os primeiros atendimentos no local e foi levada ao hospital da cidade. Com uma lesão na coluna e queimaduras de primeiro e segundo grau, o operário foi levado até a cidade de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, para receber atendimento especializado.
Após a ação rápida, a direção do colégio encaminhou uma nota ao comando do Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária agradecendo a ação. “Salientamos que não mediram esforços, acionando o Corpo de Bombeiros e intervindo pessoalmente na situação, orientando a evacuação do prédio e acompanhando todo o desenrolar da situação (...) Graças a Deus e a esses dois anjos, tudo foi resolvido sem vítimas e sem danos materiais”, diz a nota assinada pela Irmã Leda Malvestitti.





















