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Associação defende abertura total do comércio em PG

Entidade lista série de exigências para que o retorno completo das atividades aconteça no município

Entidade lista série de exigências para que o retorno completo das atividades aconteça no município
Entidade lista série de exigências para que o retorno completo das atividades aconteça no município -

Andre Bida

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Entidade lista série de exigências para que o retorno completo das atividades aconteça no município

A Associação Comercial, Industrial e Empresarial e Ponta Grossa (Acipg), divulgou nota na noite da segunda-feira (13), listando uma série de exigências para que o comércio em Ponta Grossa possa ter sua reabertura total.

No documento, a entidade lista que seriam necessários "limitar número clientes dentro das lojas; adotar sistema portaria com higiene no entrar e sair (seguindo as normativas da Prefeitura); não atender grupos de risco; evitar aglomerações, atendentes com máscara, permitir entrada apenas com o uso de máscara e estipular horários diferenciados por setor para evitar aglomeração em transporte coletivo".

A Associação ainda reforçou que se disponibiliza a auxiliar a Prefeitura e a comunidade nesta campanha onde “juntos poderemos amenizar os impactos negativos que a Covid-19 trouxe para a sociedade e para a economia".

Ainda, conforme a entidade, “todos temos acompanhando diversas manifestações de especialistas e cientistas, porém não existe consenso e muito menos um juízo seguro em relação as práticas de quarentena, seja ela, total (Lockdown), o Distanciamento Social Ampliado (DSA), ou o parcial por Distanciamento Social Seletivo (DSS)”.

Segundo o decreto municipal 17.207 o comércio em Ponta Grossa está sendo aberto de forma escalonada, sendo que a maior parte dos setores poderão abrir apenas duas vezes por semana, como lojas de móveis e eletrodomésticos (apenas segunda e quintas) e lojas de calçados e confecções (apenas terças e sextas). Além de buscar evitar a aglomeração em estabelecimentos, a medida também tem o objetivo que não haja o acúmulo de pessoas no transporte coletivo. As medidas foram adotadas para o enfrentamento ao coronavírus.

Os serviços tidos como essenciais (como supermercados, postos de combustíveis, entre outros) não estão incluídos na lista da alternância, e continuam podendo abrir normalmente.

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