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Morte de Cíntia não deve ser reconstituída pela Polícia

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De posse do laudo do Instituto Médico Legal (IML), que informa que a persona trainer Cíntia de Souza, 22, morreu afogada, a delegada Tânia Sviercoski espera concluir o inquérito sobre o caso até o próximo dia 19. Segundo ela, é importante obter conclusões até essa data, que é quando expira a prisão provisória de Landro Spinardi, único suspeito do homicídio até o momento.

“Ainda há fatos a esclarecer, mas não acho que será viável realizar uma reconstituição do crime, do ponto de vista técnico, devido à condições de acesso ao local. Mas ainda temos algumas dúvidas a esclarecer com o perito. Espero ter concluído o inquérito antes que termine o período de prisão temporária do suspeito. Se isso não ocorrer, vamos solicitar a renovação do prazo, por mais 30 dias”, acrescenta Tânia.

O laudo confirmou a suspeita de que Cíntia morreu afogada. Para Tânia, a informação de que ela caiu, ainda viva, na fenda da região do São Jorge, fortalece a questão do meio cruel empregado no homicídio.

No entanto, o documento aponta que Cíntia engoliu a água enquanto estava desmaiada. Também há indícios de que ela bateu ou foi atingida no crânio, e várias escoriações pelo corpo.

Informações do Jornal da Manhã.

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