Família de Cintia contesta versão de suspeito do crime

Os advogados Fernando Madureira e Angelo Pilatti Jr., que representam os familiares de Cintia de Souza, afirmaram que a versão que o suspeito Paulo Leandro Spinardi deu sobre a morte da vítima de que o óbito foi acidental é totalmente inverídica e não encontra o "mínimo de amparo" nas provas produzidas no inquérito policial.
Madureira ressalta que o suspeito, quando ouvido a primeira vez pela autoridade policial, contou que não sabia o que tinha acontecido com Cíntia e que no dia dos fatos tinha deixado à vítima perto da academia aonde trabalha. Depois quando localizado o corpo e decretada sua prisão temporária, permaneceu em silêncio.
Somente agora, na terceira oportunidade, “lembrou-se dos fatos” e disse para Delegada, que a vítima teria investido contra ele e caído acidentalmente.
A versão do acusado é "mentirosa", afirmou Pilatti. "Cíntia era uma menina de complexão física pequena e muito dócil jamais iria agredir qualquer pessoa, ao contrário do acusado que já esfaqueou sua ex esposa e colocou fogo na residência, tendo sido condenado pela Justiça", argumentou Angelo.
Madureira disse que ao acusado é um "assassino covarde que não merece aguardar o julgamento em liberdade por ser perigoso e por em risco a sociedade".
Os advogados vão pleitear junto ao judiciário que o acusado continue preso para garantir a ordem pública, visto que o crime foi hediondo e o caso gerou grande comoção na sociedade pontagrossense.





















