‘Pão no bafo’ pode ser patrimônio imaterial em Palmeira

Carne de porco, repolho e massa de pão cozida no vapor são os três ingredientes básicos de uma das mais tradicionais receitas da culinária palmeirense, o “Pão no Bafo”, também conhecido como “Pão de Bafo” e “Pão de Russo”.
Devido ao seu valor histórico e cultural, a Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo vem trabalhando as questões burocráticas para que o Pão no Bafo seja tombado como patrimônio imaterial do município de Palmeira. O prato deverá ser servido em um evento a ser realizado no próximo dia 06 de agosto, no Clube Palmeirense, quando a 8ª Expo Palmeira será lançada juntamente com o “Viva o Folclore”, projeto que visa fomentar a cultura local durante a próxima edição da festa.
História
De acordo com a historiadora Vera Lúcia de Oliveira Mayer, Coordenadora Municipal de Turismo e presidente do Instituto Histórico de Geográfico de Palmeira, o Pão no Bafo chegou a Palmeira em 1878, junto com os primeiros imigrantes russo-alemães, que se instalaram em Quero-Quero, Colônia Papagaios Novos, Santa Quitéria, Lago, e Pugas. Desde então o prato passou a fazer parte do cotiano das famílias palmeirenses.
Atualmente, o prato é defendido pela chef Rosane Radecki de Oliveira, sócia-proprietária do Restaurante Girassol, que viaja o Brasil apresentando o Pão no Bafo e levando o nome de Palmeira por todo o país.
Informações da assessoria.





















