Preso, Hytalo Santos escreve carta: "Tudo isso vai passar"
Mãe do influenciador publicou uma carta escrita à mão em que ele agradece o apoio dos fãs e afirma que segue firme na fé

Denize Santos, mãe de Hytalo Santos, divulgou nesta sexta-feira (3), nas redes sociais, uma carta escrita à mão pelo influenciador.
Preso desde agosto de 2025, ele falou sobre o período em que está detido, agradeceu o apoio dos seguidores e afirmou que mantém a esperança de que a situação chegará ao fim em breve.
“Quase um ano longe de vocês, mas com muita saudade. Obrigado por todos que seguem juntos e acreditando que tudo isso vai passar. De onde eu vim eu aprendi a ser forte, corajoso, bem-humorado e aqui não seria diferente. Sou resiliente na dor, próspero no pouco e crio piadas com minhas aflições… Foi a fórmula que encontrei pra sentir menos o percurso até aqui”, escreveu Hytalo. As informações são do Metrópoles.
“Fé que tá acabando”
Na sequência da carta, o influenciador reforçou que segue confiante e agradeceu novamente o apoio que tem recebido durante o período em que está preso. “Baterias e família HS, sigo firme e com muita fé que tá acabando. Amo vocês. Até já já, se Deus quiser!”, completou.
Relembre o caso
Hytalo Santos e o marido, Israel Natã Vicente, conhecido como Euro, foram presos preventivamente em agosto de 2025 durante uma operação do Ministério Público da Paraíba. A investigação apontou a exploração sexual de crianças e adolescentes em conteúdos produzidos e divulgados nas redes sociais do influenciador. Em fevereiro de 2026, a Justiça da Paraíba condenou Hytalo a 11 anos e 4 meses de prisão em regime fechado e Israel a 8 anos, 10 meses e 20 dias pelos crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes. A sentença também determinou o pagamento de R$ 500 mil por danos morais às vítimas. A defesa recorre da decisão.
O desdobramento mais recente ocorreu no último dia 1º de julho, quando o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou uma nova operação para investigar o casal por suspeitas de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.
Segundo a investigação, os recursos movimentados teriam origem em jogos e apostas ilegais. A defesa sustenta a inocência dos dois e afirma que eles sempre estiveram à disposição das autoridades.





















