Maranhense é condenada por racismo após atacar Vini Jr nas redes sociais | aRede
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Maranhense é condenada por racismo após atacar Vini Jr nas redes sociais

Publicações ofensivas foram realizadas em outubro de 2025; condenação foi de 4 anos e 2 meses de prisão

A condenada também deverá pagar indenização por danos morais
A condenada também deverá pagar indenização por danos morais -

Publicado por Sara Dalzotto

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A Justiça do Maranhão condenou Maria Gabriele Mesquita da Silva a 4 anos e 2 meses de prisão em regime fechado pelo crime de racismo após publicações ofensivas nas redes sociais contra o jogador Vinícius Júnior.

Segundo a sentença, a condenada divulgou vídeos e mensagens com conteúdo discriminatório, incluindo a frase: “Eu não namoro com preto nem por dinheiro”. De acordo com o processo, as publicações foram feitas em outubro de 2025 e os comentários preconceituosos voltaram a ser repetidos em novos vídeos posteriormente.

A decisão foi proferida pelo juiz Diego Duarte de Lemos, da comarca de São Luís Gonzaga do Maranhão, em ação movida pelo Ministério Público. Além da pena de prisão, a condenada também deverá pagar indenização por danos morais coletivos.

O caso chama atenção para as consequências legais de manifestações racistas na internet e reforça que discursos de ódio e discriminação racial não estão protegidos pela liberdade de expressão.

Nas redes sociais, muitos usuários destacaram a condenação como um importante precedente no combate ao racismo e à intolerância no ambiente digital.

Com informações do News Jurídica.

Leia o resumo da notícia

- A Justiça do Maranhão condenou Maria Gabriele Mesquita da Silva a 4 anos e 2 meses de prisão em regime fechado por racismo, após publicações ofensivas contra o jogador Vinícius Júnior nas redes sociais.

- As postagens, feitas em outubro de 2025, continham mensagens discriminatórias, como a frase "Eu não namoro com preto nem por dinheiro", além de outros comentários preconceituosos repetidos em vídeos posteriores. A condenada também deverá pagar indenização por danos morais coletivos.

- A decisão reforça que manifestações racistas na internet são crime e não são protegidas pela liberdade de expressão. O caso foi destacado nas redes sociais como um precedente importante no combate ao racismo e à intolerância no ambiente digital.

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