Turma de Jaguariaíva reflete e cria desafio pessoal no tema ‘vícios digitais’
Videoaula do Vamos Ler e Unimed Ponta Grossa foi base para quinto ano B da Escola Antônio Fanchin entender profundidade da temática, relacionar com seu cotidiano e propor soluções para seu futuro junto às telas

O quinto ano B da Escola Municipal Antônio Fanchin, em Jaguariaíva, da professora Patrícia de Moura Jorge, desenvolveu uma atividade sobre os vícios digitais, a partir da videoaula do Vamos Ler – Geração Digital e Unimed Ponta Grossa sobre a temática. A docente elenca que os estudantes puderam aprender sobre os impactos que o uso excessivo de telas pode provocar no cotidiano.
“O conteúdo abordou questões relacionadas à saúde mental, ao sono, à visão e à importância de estabelecer limites para celulares, videogames e redes sociais. Na sequência, a turma assistiu a um vídeo sobre a prevenção à violência e ao abuso infantil no ambiente digital e conheceu o ECA Digital (Lei nº 15.211/2025), ampliando os conhecimentos sobre os direitos e a proteção de crianças e adolescentes no mundo virtual”, aponta a educadora.
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Durante a roda de conversa, relata Patrícia, os alunos refletiram sobre os perigos encontrados na internet e sobre atitudes importantes para se proteger. O momento também possibilitou que observassem os próprios hábitos e percebessem quanto tempo dedicavam às telas. Na sequência, cada aluno identificou um vício ou mania digital presente em sua rotina, escrevendo três ações que poderia colocar em prática para o modificar, conforme o desafio proposto na videoaula.
“As respostas revelaram importantes compromissos. Um aluno decidiu ‘tirar uma hora do dia para brincar ao ar livre e não mexer no celular no jantar e nem no almoço’. Outro escreveu que pretende ‘desligar o celular antes de deitar’. Já um terceiro estabeleceu como meta diminuir o tempo dedicado aos jogos e aproveitar mais as brincadeiras fora das telas”, complementa a professora.
Para finalizar, docente explica que cada estudante escolheu uma das atitudes e reapresentou por meio de desenhos, transformando a reflexão em compromisso pessoal. “A experiência mostrou que aprender sobre cidadania digital vai além de conhecer os riscos da internet. Significa saber se proteger, reconhecer os próprios hábitos e compreender que a tecnologia pode fazer parte da vida de maneira segura, equilibrada e consciente”, conclui a educadora.
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