Após 2 anos, morador de PG volta a cobrar reforma da associação da Vila D.E.R. | aRede
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Após 2 anos, morador de PG volta a cobrar reforma da associação da Vila D.E.R.

Reclamações são recorrentes desde fevereiro de 2024

Associação de Moradores da Vila D.E.R.
Associação de Moradores da Vila D.E.R. -

Sara Dalzotto

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Mais de dois anos após moradores da Vila D.E.R., em Ponta Grossa, denunciarem as condições da sede da associação comunitária, a situação do imóvel segue sendo motivo de reclamações na região. Segundo relatos de Alexandre dos Santos, um dos moradores, os problemas que motivaram os pedidos de reforma ainda não foram solucionados.

Em fevereiro de 2024, moradores já haviam procurado o Portal aRede para relatar o estado de conservação da Associação de Moradores da Vila D.E.R., localizada na Rua Vereador José Luís de Souza Neto. Na época, a comunidade apontava dificuldades para manter o espaço em funcionamento e cobrava uma intervenção do poder público.

Meses após a primeira reclamação, a Prefeitura de Ponta Grossa incluiu a associação em um pacote de reformas de centros comunitários. Conforme a Ordem de Serviço nº 0015/2024, vinculada à Concorrência nº 019/2024, a Associação de Moradores da Vila D.E.R. foi contemplada com um investimento previsto de R$ 83.400,00 para obras no local.

O documento também designou servidores responsáveis pela fiscalização e gestão dos contratos relacionados às reformas previstas para associações e centros comunitários do município.

Apesar disso, moradores afirmam que as melhorias esperadas ainda não foram executadas ou não tiveram impacto suficiente para resolver os problemas.

A reportagem procurou a administração municipal e segue aberta para inserir o posicionamento.

Leia o resumo da notícia

- Moradores da Vila D.E.R., em Ponta Grossa, afirmam que a sede da associação comunitária continua em más condições, mesmo após mais de dois anos de reclamações e pedidos de reforma.

- Em 2024, a Prefeitura incluiu o local em um pacote de reformas, com previsão de investimento de R$ 83,4 mil, além de nomear servidores para fiscalizar a execução das obras.

- Segundo a comunidade, as melhorias prometidas ainda não foram realizadas ou não resolveram os problemas. A Prefeitura foi procurada para comentar o caso, e o espaço segue aberto para manifestação.

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