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MP estabelece prazo para fim do aterro Botuquara

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Afonso Verner

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A Prefeitura de Ponta Grossa tem dois anos para interromper totalmente as atividades do Aterro Botuquara. O prazo foi fixado pelo Ministério Público do Paraná (MP), em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o município.

Embora a previsão para o fim da quarta célula do Botuquara seja de dois anos, o TAC delega uma série de ações que deverão ser iniciadas pelo Governo Municipal nos próximos meses. De acordo com o documento, até setembro a Prefeitura se compromete em definir a tecnologia que será utilizada para a destinação e tratamento dos resíduos sólidos.

No mês de novembro, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente deverá determinar o local onde será instalada a nova destinação do lixo, além de colocar em operação um programa de coleta seletiva. Segundo o MP, em cinco meses o programa precisa estar em pleno funcionamento e, em dois anos no máximo, vai abranger os bairros Jardim América, Vila Estrela, Jardim Carvalho, Orfãs, São José e todas as escolas do município.

O programa de coleta seletiva deverá ser desenvolvido em paralelo a um projeto de Educação Ambiental nas instituições de ensino. Caso as cláusulas sejam descumpridas, a Prefeitura sofrerá uma multa de R$ 1 mil por dia. O acordo foi firmado entre o prefeito Marcelo Rangel (PPS), o secretário do Meio Ambiente, Paulo Cenoura, e o promotor do Meio Ambiente, Honorino Treméa.

Segundo o secretário, os prazos estimulados serão cumpridos pelo município. “Temos um plano concluído, orçado e já articulado, que começará a ser discutido com as entidades, os vereadores e toda a sociedade”, afirma Cenoura. “Os principais alicerces do nosso projeto são a inclusão social dos catadores de recicláveis e a coleta seletiva, que terá um grande programa na cidade”, completa.

GERAÇÃO DE ENERGIA - PG discute Usina de R$ 70 mi

O secretário de meio Ambiente, Valdenor Paulo Cenoura, não detalhou o projeto que substituirá o Aterro Botuquara na destinação de resíduos. Entretanto, Cenoura antecipou que os técnicos da pasta têm estudado a criação de uma usina de geração de energia a partir dos resíduos do município. “Será uma tecnologia para o total aproveitamento do lixo, nada deve ser desperdiçado. Três tecnologias de geração de energia estão em estudo e em breve vamos anunciar”, contou. Estimada em R$ 70 milhões, a usina deve ser viabilizada através de uma Parceria Público-Privada (PPP). Mas o financiamento do projeto ainda será alvo de audiências públicas.

Informações são do Jornal da Manhã

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