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Em PG, 74% dos advogados aprovam porte de arma

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Nesta semana, a Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção de Ponta Grossa realizou uma pesquisa entre os advogados, através do e-mail, com intuito de saber se os profissionais são contra ou a favor do porte de arma para a classe, assim como já é liberado para juízes e promotores. O resultado foi favorável ao armamento com 74,42% dos votos computados, contra 25,58%.

“Diante do resultado da pesquisa, em que a maioria manifestou-se favorável ao advogado ter direito à porte de arma, a OAB-PG declara seu apoio ao projeto exposto no site Advogados pela Igualdade. E, visando dar maior alcance ao mesmo, está disponibilizando em sua página na internet um link para o referido site. Aproveitamos para convidar a todos aqueles que concordam, que assinem o manifesto, buscando, com isso, que seja respeitada a igualdade e a ausência de hierarquia entre advogados, juízes e promotores, consoante determina a lei”, destacou o vice-presidente da OAB-PG, Carlos Gustavo Horst.

Projeto

Um grupo de advogados de Ponta Grossa criou um site para unir a classe e reivindicar o porte de arma e a legalidade da utilização de colete balístico para a categoria. A iniciativa já conta com mais de 1000 acessos em 4 dias de divulgação do trabalho e pretende conseguir 300 mil adesões – cerca de um terço dos 870 mil advogados no Brasil.

O advogado Edson Stadler é um dos criadores do projeto e responsável por administrar o site. Ele alega o direito de igualdade dos advogados com outros operadores do direito, como magistrados, promotores e procuradores, que possuem o porte de arma. “Nós queremos um direito de igualdade pelo princípio da isonomia que permitiria que os advogados tivessem porte de armas”, explica Edson.

Nos últimos três anos foram 79 advogados assassinados no Brasil, segundo um levantamento realizado pelo grupo Advogados pela Igualdade. O grupo pretende, de forma independente, encaminhar um requerimento, sob forma de petição, ao presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Para que ele coloque em votação e possa encaminhar o processo até o Congresso Nacional.

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