Hospital Regional forma primeira turma de residentes

O Programa de Residência Médica do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG), vinculado à Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) forma a primeira turma de médicos especialistas. Com início de atividades em janeiro de 2013, a turma forma seis especialistas em Clínica Médica e dois em Cirurgia Geral. Como importante espaço para a prática da medicina, a residência médica do HURCG vive um momento de euforia com a formação da primeira turma. Tatiana Menezes Garcia Cordeiro, supervisora do programa, traduz essa satisfação, registrando que “é significativo ver o HURCG se transformar em hospital ensino a partir da primeira turma”.
A supervisora explica que ao longo de dois anos os participantes do programa se envolvem com atividades de determinada especialidade sempre com acompanhamento de médicos. Para Tatiana, a primeira turma se constitui em referência porque traduz a qualidade da Residência Médica do Hospital Universitário. Durante os dois anos de trabalho e qualificação, a turma cumpriu a maior parte da residência no HURGS, mas também atuou em hospitais de Ponta Grossa e da região. Com autorização na primeira reunião plenária da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), a nova turma vai contar com programas de Clínica Médica, Radiologia e Diagnóstico por imagem.
Quando entra para a residência o médico opta pela especialidade em que vai trabalhar na área da saúde, segundo Tatiana. Para o hospital, assinala que se trata de um passo importante. Isso porque o hospital vai contribuir na formação de um profissional que enxerga o paciente como um todo e com conhecimentos numa perspectiva do SUS (Sistema Único de Saúde). A coordenadora observa que para o hospital é interessante ter diferentes especialidades no programa. “É a formação de especialidades médicas. O que modifica a dinâmica do hospital”. Cita também o programa de Residência Multiprofissional que inaugura nova era sedimentando o papel formador da UEPG.
Serviços de Excelência
Tatiana Cordeiro destaca que, quando há o término de uma residência, o médico pode escolher o trabalho e estudo em outra especialidade. Ou seja, complementar a sua formação, por exemplo, em cirurgia vascular e neurologia. Considera que as dificuldades na residência médica são inerentes ao conjunto do sistema, exemplificando neste aspecto, com falta de repasse de verbas para a compra de equipamentos imprescindíveis no atendimento à saúde dos pacientes. Ainda registra a dificuldade em lidar com a doença, a luta pelo restabelecimento do paciente e a frustração da perda de vidas. Pontua como gratificante poder acompanhar a formação do residente que sai direto da graduação para a residência médica.
“Eles chegam imaturos e aprendem a lidar com as dificuldades e a conviver com diferentes personalidades. É gratificante ver o médico tomando forma rumo ao seu importante e imprescindível papel na sociedade”. A coordenadora reitera que a residência médica no hospital exigiu trabalho amplo e árduo nos bastidores. Hoje, registra com orgulho que o programa é bem avaliado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), vinculada ao Ministério da Educação (MEC). “Os avanços de qualidade do hospital repercutem o trabalho de todos aqueles que fazem parte de suas atividades de trabalho e da UEPG, que dá suporte para que o HURCG ofereça serviços de excelência para a comunidade.
Informações da assessoria.





















