Comdema quer segurança ambiental e econômica para o lixo em PG
Representantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente cobram opção viável do ponto de vista ambiental e econômico

Representantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente cobram opção viável do ponto de vista ambiental e econômico
Membro do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema), Edilson Gorte reafirmou que o grupo busca uma solução ambiental e economicamente correta diante do fim do aterro do Botuquara. Gorte representou o Comdema durante a audiência pública realizada nesta sexta-feira (2) e reafirmou o posicionamento contrário do Conselho à construção de uma ‘Usina de Lixo’ em Ponta Grossa.
Segundo Gorte, o Conselho ainda não discutiu um posicionamento diante da proposta para a construção de um aterro na região da Pedreira Boscardin, mas defende uma opção “sustável do ponto de vista ambiental e econômico”. “O local [Boscardin] tem um condição geográfica positiva e segue as normas nacionais, mas quem vai dizer se é possível receber um aterro ou não será o IAP [Instituto Ambiental do Paraná].
Sobre a chamada ‘Usina de Lixo’, Gorte reafirmou o posicionamento contrário ao projeto por parte do Comdema, ressaltando que a tecnologia ainda não tem estudos técnicos que comprovem que a usina não emitia gases poluentes em grandes volumes. “Nossa preocupação é garantir uma opção para a comunidade que una o caráter economicamente e ecologicamente viável”, afirmou Gorte.
Segundo o integrante do Comdena, a opção seria continuar usando o Botuquara por, no máximo, dois anos para então encontrar uma saída definitiva. “Nós precisamos de uma saída definitiva para a questão do lixo e isso não pode ser mais postergado, tem que ser resolvido ainda nessa administração para não prejudicar ainda mais o meio ambiente”, salientou Edilson Gorte.
TAC prevê multa diária de R$ 1 mil
O membro do Comdema lembrou que o TAC (Termo de Ajuste de Conduta) firmado entre Prefeitura de Ponta Grossa e Ministério Público prevê uma multa de R$ 1 mil por dia caso o aterro do Botuquara não seja desativado até o dia 18 de julho de 2017. Se o MP decida executar a ação, o uso ilegal do aterro poderia custar R$ 366 mil anualmente, valor que representa 0,05% do orçamento do município em 2017, por exemplo.





















