Questão de justiça: “BBB” precisa reexaminar forma de votação
Se foi ou não a melhor edição até agora realizada vai de cada um, mas certamente esteve entre aquelas que mais mexeram com o telespectador

Se foi ou não a melhor edição até agora realizada vai de cada um, mas certamente esteve entre aquelas que mais mexeram com o telespectador
O “BBB” foi em frente, com uma edição que, direta ou indiretamente, mexeu com meio mundo. No instante em que todas as competições esportivas foram paralisadas, o programa virou quase um campeonato na vida de muita gente, com direito a apostas e torcidas apaixonadas.
As manifestações nas redes sociais, algumas com os exageros de sempre, foram intensas do primeiro ao último dia.
Os acertos em sua produção, incluindo como os participantes foram escolhidos, entre convidados e selecionados, contribuíram decisivamente para isso.
Tudo muito bom, tudo muito bem, mas a forma como as suas eliminações são realizadas é que ainda provoca algumas discussões.
Para o programa, passar da casa de 1,5 bilhão de votos é uma marca incontestável, com direto ao Guinness. Porém é por aí, na atual fórmula de votação, que ainda cabe discussão. Ela realmente reflete a vontade popular ou apenas contempla o poderio daqueles que podem passar dia e noite votando num mesmo participante?





















