Kauê Caldeira vence rival e conquista tricampeonato mundial de capoeira
Atleta de Ponta Grossa manteve cinturão da categoria juvenil no Volta ao Mundo Bambas, realizado em Brasília

O atleta ponta-grossense Kauê Eduardo Caldeira Alves, conhecido na modalidade como Kauê Caldeira, conquistou mais um feito histórico para a capoeira de Ponta Grossa. No último sábado (9), ele venceu a disputa da categoria juvenil na 11ª edição do Volta ao Mundo Bambas, considerado o maior campeonato de capoeira do mundo, realizado na Arena Hall, em Brasília.
Atual bicampeão da organização, Kauê entrou no evento para defender o cinturão diante do atleta “Cenoura”, representante do Acre e estreante na competição. Após mais uma vitória, o ponta-grossense manteve o título mundial e se tornou o primeiro tricampeão da história da categoria juvenil no evento.
Invicto na carreira dentro da organização, Kauê agora soma 16 lutas e 16 vitórias consecutivas, consolidando seu nome entre os principais atletas jovens da capoeira esportiva no mundo. Com apenas três anos de trajetória na modalidade, ele já acumula resultados expressivos e vem ganhando destaque nacional dentro do esporte.
Além do desempenho nas competições, Kauê também representa um importante projeto social desenvolvido na região de Uvaranas. O atleta integra atividades promovidas pela Associação de Moradores do Parque Tarobá e pela Fundação de Assistência Social de Ponta Grossa (FASPG), por meio do Instituto Cultural Lourdes Caldeira. O projeto atende cerca de 60 crianças e utiliza a capoeira como ferramenta de inclusão social, disciplina e desenvolvimento pessoal.
CONFIRA UM RESUMO DA NOTÍCIA:
- O atleta Kauê Eduardo Caldeira Alves conquistou o tricampeonato da categoria juvenil no Volta ao Mundo Bambas, em Brasília, após vencer o atleta “Cenoura”, do Acre.
- Com o resultado, o ponta-grossense manteve a invencibilidade no campeonato, chegando à marca de 16 lutas e 16 vitórias consecutivas na organização.
- Além da carreira esportiva, Kauê também participa de um projeto social em Uvaranas, que atende cerca de 60 crianças e utiliza a capoeira como ferramenta de inclusão e desenvolvimento social.





















