Exigência da NR-1 sobre riscos psicossociais entra em vigor e pressiona empresas
Com nova exigência, a Medvitae se posiciona como apoio técnico para implementação prática e segura da norma

A partir de maio de 2026, entra em vigor a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passa a incluir os riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).
A mudança amplia o olhar sobre a Saúde e Segurança do Trabalho (SST), ao incorporar fatores relacionados à saúde mental, mas também tem gerado dúvidas operacionais nas empresas, principalmente sobre como implementar essa exigência na prática e o que será cobrado em fiscalizações.
Na rotina corporativa, isso significa que as organizações passam a ser responsáveis por identificar, avaliar e monitorar fatores como sobrecarga de trabalho, pressão por metas, conflitos internos e assédio moral, aspectos diretamente ligados ao aumento de afastamentos por transtornos mentais no Brasil.
Apesar da obrigatoriedade, muitas empresas ainda não sabem por onde começar. Entre as principais dúvidas estão como identificar riscos psicossociais de forma estruturada, qual metodologia utilizar já que a norma não exige ferramenta específica, como comprovar a conformidade em fiscalizações e qual nível de profundidade será exigido pelos auditores.
Para Najet Saleh, engenheira de segurança e CEO da Medvitae, o principal desafio está na transformação da teoria em prática. “A empresa não precisa começar do zero. Ela já possui dados importantes, como absenteísmo, rotatividade e afastamentos. O problema é não organizar essas informações dentro de um processo estruturado”, explica.
Com a atualização, os riscos psicossociais passam a integrar o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos), o que exige que as empresas identifiquem e registrem esses riscos, realizem avaliações, mesmo que qualitativas, implementem medidas de prevenção e mantenham um monitoramento contínuo por meio de indicadores. Embora a norma permita abordagens mais acessíveis, como avaliações participativas, ela exige consistência e rastreabilidade das ações adotadas.
Um dos erros mais comuns, segundo especialistas, é tratar a exigência como uma formalidade burocrática. “Não é um documento que garante conformidade, é o processo. Empresas que fazem apenas um registro formal, sem ação prática, ficam mais expostas em fiscalizações”, alerta Najet.
Para iniciar a adequação sem complicação, a recomendação é partir de um diagnóstico estruturado com base em dados que a própria empresa já possui, como afastamentos, conflitos internos, absenteísmo e reclamações trabalhistas.
A partir disso, é possível realizar avaliações preliminares, incluir os riscos no PGR e definir planos de ação efetivos.
É nesse contexto que a Medvitae se posiciona como parceira técnica das empresas, apoiando desde a identificação dos riscos até a implementação das medidas exigidas pela NR-1. “A adequação não precisa ser complexa, mas precisa ser bem estruturada. Quando existe método e acompanhamento técnico, o processo se torna mais seguro e eficiente”, reforça Najet.
Sua empresa está passando por esse desafio? Entre em contato com a Medvitae e entenda como se adequar à NR-1 de forma prática, segura e alinhada à legislação.
CONFIRA UM RESUMO DA NOTÍCIA:
- A atualização da NR-1, válida a partir de maio de 2026, passa a incluir riscos psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais, ampliando o foco na saúde mental dos trabalhadores.
- Empresas deverão identificar e monitorar fatores como pressão por metas, sobrecarga, conflitos internos e assédio moral, incorporando essas questões ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
- Especialistas alertam que a adequação exige ações práticas e processos estruturados, e não apenas documentação formal, para evitar problemas em fiscalizações.





















