Brasil confirma primeira morte do ano por hantavírus; caso em PG é investigado | aRede
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Brasil confirma primeira morte do ano por hantavírus; caso em PG é investigado

Na última sexta-feira (8), o Paraná confirmou dois casos de hantavírus; 21 suspeitas foram descartadas

Ainda conforme a Secretaria da Saúde de MG, essa morte por hantavírus foi um caso isolado no Brasil
Ainda conforme a Secretaria da Saúde de MG, essa morte por hantavírus foi um caso isolado no Brasil -

Publicado por Iolanda Lima

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Em meio ao monitoramento internacional de um surto de hantavírus em um cruzeiro, o Brasil confirmou a primeira morte causada pela doença em 2026. Segundo o Ministério da Saúde, porém, o caso registrado em Minas Gerais não tem relação com o episódio registrado fora do país. Na última sexta-feira (8), o Paraná confirmou dois casos de hantavírus. Os pacientes são das cidades de Pérola D’Oeste e Ponta Grossa. Outros 11 casos estão sendo investigados, enquanto 21 suspeitas foram descartadas.

De acordo com a Secretaria da Saúde do Estado, o homem em Minas Gerais teve contato com roedores silvestres em uma lavoura. No dia 2 de fevereiro, ele começou a apresentar os primeiros sintomas, sentindo muita dor de cabeça. As informações são do portal Banda B, parceiro do Portal aRede.

Depois de quatro dias, o mineiro procurou atendimento médico. Ele já apresentava novos sintomas, como febre e dores no corpo, principalmente nas articulações e na região lombar. As amostras biológicas coletadas confirmaram a presença de hantavírus, e o homem morreu dois dias depois.

Ainda conforme a Secretaria da Saúde de MG, essa morte por hantavírus foi um caso isolado no Brasil, não relacionado com os casos no navio. Além disso, o Ministério da Saúde afirmou que outras investigações estão sendo feitas para possivelmente identificar mais registros da doença no país.

Estado diz estar preparado

Segundo o secretário estadual da Saúde do Paraná, César Neves, a vigilância é contínua e a rede está pronta para agir em caso de novos registros.

“A hantavirose é monitorada rigorosamente. Estamos acompanhando de perto e garantimos que os profissionais estão capacitados para identificar e tratar rapidamente qualquer suspeita” afirmou o secretário.

A Secretaria destaca que equipes de saúde seguem em alerta, principalmente diante da repercussão internacional recente sobre a doença.

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