Secretário de Cultura afirma que as propostas de tombamentos destacam a importância das igrejas
Durante o vídeo, ele ressalta que quer registrar uma outra ótica sobre todo o Projeto, evitando que se crie uma imagem deturpada de algo que visa reconhecer, aclamar e garantir a integridade de algo tão importante

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o secretário de Cultura de Ponta Grossa, Alberto Schramm Portugal, expressou sua opinião sobre a afirmação da Vereadora Joce Canto sobre o entendimento do PL232/26 . Durante o vídeo, ele ressalta que quer registrar uma outra ótica sobre todo o Projeto, evitando que se crie uma imagem deturpada de algo que visa reconhecer, aclamar e garantir a integridade de algo tão importante quanto as Igrejas da pauta.
Durante o vídeo, o secretário destaca que o tombamento está sendo proposto justamente pelo reconhecimento da importância dessas igrejas para a comunidade de Ponta Grossa. "A partir do momento em que elas forem tombadas, se elas forem tombadas, nós vamos ter igrejas que serão perpetuamente preservadas como igrejas. Em que a história vai ser reconhecida por lei e que ninguém vai poder alterar", afirma.
Alberto Portugal ainda ressalta que o processo de tombamento não vai fazer nada que não seja manter essas construções e características que já são visíveis para toda a cidade. "Quando a gente fala de uma igreja, nós estamos falando de uma escala dominante na paisagem urbana e que representa a composição da nossa cidade", finaliza.
Confira o vídeo
Depoimento na Câmara
Na sessão ordinária desta segunda-feira (13), a Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG) recebeu, na Tribuna Livre, o secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal, que utilizou o espaço para apresentar considerações técnicas sobre o Projeto de Lei nº 232/2026, que trata do processo de tombamento de imóveis religiosos no município.
Durante sua fala, Alberto Portugal destacou que se manifestava como técnico da área de patrimônio cultural, além de secretário de Cultura, e ressaltou sua atuação em diferentes instâncias ligadas à preservação histórica e cultural. Segundo ele, o debate ocorre em meio ao processo de tombamento preliminar de nove igrejas de Ponta Grossa, procedimento que, conforme explicou, ainda está em fase de análise pelo Conselho Municipal do Patrimônio Cultural (COMPAC).
De acordo com Alberto, o tombamento não impede o uso dos imóveis, nem sua manutenção, compra, venda ou adequações necessárias, como intervenções voltadas à acessibilidade, desde que sejam preservadas as características históricas e arquitetônicas dos bens. "O que o tombamento garante é que esses imóveis, por representarem a identidade e a memória da cidade, deixem de pertencer apenas à comunidade que os utiliza e passem a integrar também o patrimônio coletivo da população", afirmou.
Alberto Portugal também esclareceu que, caso o Projeto de Lei nº 232/2026 seja aprovado, a nova legislação não terá efeito retroativo sobre os processos de tombamento já iniciados. Segundo ele, o procedimento envolvendo as nove igrejas teve início antes da apresentação da proposta legislativa.





















