Elizabeth Schmidt participa de reunião que define utilização do Aterro Botuquara
Além disso, Elizabeth também falou sobre o novo contorno de Ponta Grossa

A prefeita de Ponta Grossa Elizabeth Schmidt esteve, na tarde desta quarta-feira (13), em Brasília para participar de uma reunião que começou a discutir uma utilização para o Aterro Botuquara, pertencente à Embrapa. O local, que tem uma área de 44 hectares e que recebia os resíduos sólidos do município, foi desativado em agosto de 2019 ainda na gestão do ex-prefeito Marcelo Rangel (PSD).
“Hoje meu dia começou em Brasília, na Embrapa. Reunião que tratamos sobre o traçado do novo contorno de Ponta Grossa e os próximos passos desse projeto tão importante para a mobilidade urbana. Também tratamos de um fim para uma novela que já dura mais de três décadas: o terreno em que funcionava o Aterro Botuquara, em processo de recuperação ambiental, pertence à Embrapa. Estamos discutindo um acordo no qual o terreno poderá ser utilizado como ativo para que Ponta Grossa tenha um excelente investimento na área de meio ambiente e energia renovável”, destacou.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) informou ao Grupo aRede, em junho de 2025, que a instalação da Fazenda de Energia Solar no local do Aterro Botuquara será possível após o prazo mínimo de 20 anos, conforme normas técnicas e exigências do órgão ambiental.
Dessa forma, durante a reunião em Brasília, Elizabeth defendeu um acordo no qual o terreno poderá ser utilizado como ativo para que Ponta Grossa tenha um investimento na área de meio ambiente e energia renovável.
Em um post no Instagram Elizabeth compartilhou que a reunião contou com a participação do Gerente-Geral de Administração da Embrapa, Dione Melo; Gerente-Adjunto de Infraestrutura e Serviços, Amâncio Chagas; Fabiana Carneiro Pires, Chefe da Assessoria Jurídica da Embrapa e Marcelo Henrique dos Santos Soares, Supervisor de Representação Judicial.
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NOVO CONTORNO
Além disso, a prefeita também discutiu sobre o traçado do novo contorno de Ponta Grossa. O novo Contorno Norte e Leste foi concebido para desviar o tráfego de veículos pesados das áreas urbanas de Ponta Grossa, onde rodovias passaram a funcionar como avenidas, gerando congestionamentos e riscos de acidentes.
O projeto prevê dois eixos rodoviários, com cerca de 42 quilômetros de extensão e nove dispositivos de acesso controlado. A obra integra o pacote de concessões rodoviárias no Paraná e tem prazo contratual de até sete anos para conclusão.
A proposta impacta positivamente na logística produtiva não só dos Campos Gerais, mas também do Paraná. O objetivo é oferecer uma alternativa que reduza o tempo de viagem, reduza os custos do transporte de cargas e ofereça mais segurança viária a motoristas e para a população.
O contorno será em pista dupla nos dois sentidos, com início na BR-376, no 'Trevo do Caetano', e com término no distrito industrial, ao lado da fábrica da Makita, na mesma rodovia. O traçado une dois percursos pelo trecho norte e leste, em um dispositivo completo de acesso para a PR-151.
RESUMO
Futuro do Aterro Botuquara: A prefeita busca um acordo com a Embrapa para transformar a área do antigo aterro em um ativo para investimentos em energia renovável (como uma Fazenda de Energia Solar), respeitando o prazo técnico de 20 anos para a reutilização do solo.
Projeto do Novo Contorno: Foi discutido o traçado do novo Contorno Norte e Leste, que terá 42 quilômetros de pista dupla. A obra visa desviar o tráfego pesado das áreas urbanas, ligando o "Trevo do Caetano" (BR-376) ao distrito industrial.
Impacto Logístico e Segurança: A nova rodovia, com prazo de conclusão de sete anos, pretende reduzir custos de transporte e tempo de viagem, além de aumentar a segurança viária nos Campos Gerais ao separar o fluxo de cargas das avenidas municipais.
























