Clinicão se manifesta após lei de anestesia geral em animais ser mantida em PG
Empresa destaca que já prestou serviços para mais de 300 municípios e mantém veterinário anestesista em todas as cirurgias

A Clinicão Clínica Veterinária, empresa responsável pela gestão do Centro de Referência para Animais em Risco (CRAR) em Ponta Grossa, emitiu uma nota oficial para reforçar seus protocolos técnicos de atendimento. Segundo a instituição, a recente Lei Municipal nº 15.817/2026, que torna obrigatória a anestesia geral completa e analgesia em castrações custeadas pela prefeitura, oficializa uma prática que já é adotada pela clínica há 14 anos.
A empresa destaca que, desde o início de suas atividades, prioriza a segurança e o bem-estar animal através de protocolos rígidos. Entre os destaques da atuação mencionados na nota, estão o monitoramento integral antes, durante e após as intervenções, além da presença obrigatória de um médico veterinário anestesista e um cirurgião em cada procedimento.
Confira parte da nota enviada:
"Ao longo de sua trajetória, a Clinicão já prestou serviços para mais de 300 municípios em todo o Brasil. Entre os municípios atendidos estão Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Joinville (SC), Campo Grande (MS), Palmas (TO) e Porto Velho (RO), sempre mantendo um padrão técnico e operacional voltado à segurança e à assistência integral em todos os procedimentos realizados.
A Clinicão reafirma seu compromisso com a qualidade técnica dos atendimentos prestados, atuando continuamente com protocolos voltados à saúde, segurança e bemestar animal, reforçando práticas responsáveis e humanizadas, que sempre fizeram parte da conduta técnica adotada pela clínica ao longo de sua trajetória."
CONTEXTO
O posicionamento ocorre em meio a discussões sobre o contrato de gestão do CRAR no município. Recentemente, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) manteve a continuidade dos serviços da Clinicão em Ponta Grossa, após a defesa da empresa argumentar que a paralisação do atendimento causaria prejuízos aos cofres públicos e risco de desassistência aos animais da cidade. Na decisão, o desembargador Carlos Mansur Arida afirmou não haver ilegalidade no contrato vigente.
CPI
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga o contrato e atuação firmado entre a Prefeitura e a empresa Clinicão, responsável pela castração dos animais em Ponta Grossa, convocou, para a primeira oitiva, cinco servidores, sendo eles: Eloir Iurko, Cleiber Marcio Flores, Cristovão Câmara Pereira, Renata Madureira e Leandro Monteiro Inglês, nessa quarta-feira (6).
A oitiva foi conduzida pela vereadora Teka dos Animais (presidente), Joce Canto (relatora) e os vereadores membros: Léo Farmacêutico (União), Geraldo Stocco (PV) e Guilherme Mazer (PT).





















