Faculdade debate ODM e ODS em Congresso

No último dia 19 de maio, o Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE) Campos Gerais e o Núcleo regional dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio dos Campos Gerais, realizaram durante o Congresso Nacional da Faculdade Sagrada Família, a palestra “Os ODM, Pós 2015 e ODS – qual papel da juventude no desenvolvimento sustentável?”. Quem ministrou a palestra foi o cientista político e articulador do SESI Indústria e Sociedade, João Frederico Rocha Loures e Souza.
Durante sua palestra, Souza trouxe o resgate histórico sobre a razão de ser dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio o “divisor de águas” da RIO+20. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) que deve substituir os ODM em 2016 também foram abordados. “Expus o panorama que vem sendo discutido pela Cúpula da ONU em validação das 169 metas indicadas através das conferências com os países, compreendendo 17 objetivos”, explicou o palestrante.
Além da apresentação do cientista político, foi demonstrado durante o Congresso um case local. O Ministério Melhor Viver, que atua com a questão da alimentação de moradores de rua e com ações sobre a drogadição, demonstrou sua atuação em Ponta Grossa. “Isso inspirou muito o papel cidadão para reflexão pessoal e coletiva dos presentes”, avaliou Souza.
Após a realização do Congresso, os alunos da Faculdade Sagrada Família proporão ações referentes aos ODM 4, 5, 6, 7 e 9, na questão de uma educação mais aproximada da indústria, da atuação do cidadão na educação da comunidade, na utilização consciente da água e energia, e políticas públicas que viabilizem estes alcances. A aluna do 5º período de administração, Ariane Nalevaiko, destacou que o conhecimento a mais sobre a sustentabilidade desperta a reflexão e o lado social. Para a articuladora do Sesi, Glaucia Wesselovicz este tipo de atividade pode despertar nos alunos o questionamentos sobre sua atuação: “como agentes do desenvolvimento”. “Se desperta a consciência para a formação de líderes sustentáveis, responsáveis por uma gestão socioambiental mais efetiva”, finaliza.





















