Eliminado do BBB15, Adrilles se defende de fama de perseguidor

Eliminado do BBB15 nesta terça-feira (31) com 65% dos votos, o poeta Adrilles falou sobre sua visão do jogo em coletiva de imprensa realizada no Projac. Aos jornalistas, ele também se defendeu de uma polêmica criada fora da casa envolvendo uma mulher que supostamente teria sido perseguida por ele antes de entrar no programa e ainda garantiu não ser gay: “Sou esquisito. Sofro pelas mulheres”.
Indicado por Amanda em seu paredão derradeiro, Adrilles descobriu conversando com os jornalistas que Fernando teve papel importante em sua saída, influenciando a líder a votar no poeta. “Não posso perceber o que eu não vejo. Sempre tive desconfiança em relação a ambiguidade sentimental dele, um cara que diz que vai casar com uma menina e depois fica com outra. Mas não posso desconfiar essencialmente da intenção”.
Ao falar de sua paixão platônica por Tamires, Adrilles afirmou que nunca daria certo um relacionamento entre ele e a dentista, que desistiu do programa. “Foi uma paixão utópica e insana. Continuo encantado por ela, mas ela é completamente diferente de mim e jamais daria certo. Eu estou fora do gosto pessoal dela e sei disso. Eu poderia até ficar com ela. Eu sou um ser verbal, preciso me expressar, e o único problema que tive foi quando ela me proibiu de me expressar. Quanto ao direito de se apaixonar e até de sofrer por alguém é um direito ao qual eu me restrinjo. Quando alguém me proibe disso, soa como censura afetiva”.
Adrilles aproveitou para se defender de acusações que sofreu enquanto estava confinado. Uma mulher declarou que ele a perseguiu e chegou a destruir seu casamento. “Nunca mandei carta anônima para ninguém na minha vida. Isso é falso, é leviano. Essa mulher nunca pediu para que eu me afastasse. Eu tenho o maior respeito por ela. Trabalhei e estudei com ela e nunca a 'stalkiei'. Eu tive, sim, uma 'paixonite', mas nunca cobrei nada nesse sentido”.
O poeta também brincou sobre sua sexualidade e garantiu que não é gay. “Não sou gay. Sou esquisito. Eu fui criado por avó e tia, sempre no ambiente feminino, e talvez até tenha sido um pouco mimado. Eu tenho um jeito estranho e não tenho culpa da minha voz ser fina. Mas eu sofro pelas mulheres. Talvez, se eu fosse gay, eu até seria mais feliz porque eles são mais contentes. As pessoas têm de aprender com os homossexuais a encontrar nas pessoas erradas as pessoas certas. Eu busco nas pessoas erradas um erro mais acertado”, explica.
Com informações do Gshow.





















