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Huck e Angélica falam do trauma em acidente no MS

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Os apresentadores Luciano Huck e Angélica receberam alta do Hospital Albert Einstein às 21h15, na noite desta segunda-feira (25) em São Paulo, segundo informação confirmada ao Terra pela assessoria de imprensa. Angélica deixou o local usando um colar cervical, ao lado do marido, Luciano Huck.

Os dois estiveram internados no local desde a noite de domingo (24), depois que o avião em que estavam com a família fez um pouso forçado próximo à cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

Bastante abalados, os dois contaram o trauma que ficou do ocorrido ao repórter Roberto Burnier durante o Jornal Nacional, nesta segunda-feira (25). “No caminho pro hospital, eu tava feliz na ambulância. Só pensava que eu não ia me perdoar jamais se tivesse acontecido alguma coisa”, disse Luciano, ao lado da esposa.

“Uns 15 minutos depois de Campo Grande, o avião mudou de barulho. Eu olhei o piloto e vi que ele tava mexendo na bomba de combustível, então fui trocar uma ideia com ele e vi que estávamos com um só motor”, lembrou Huck. “Essa aqui se desesperou, meu mais velho gritava muito”.

“Ele tava muito pálido, e disse que a gente ia cair. Meu filho só gritava que não queria morrer. Eu só não queria que a gente se machucasse muito, só pensava que, se fosse cair, que não machucasse. As batidas faziam um barulho ensurdecedor, mas o coração estava em silêncio. Como se a gente tivesse morrendo mesmo”, descreveu Angélica.

Agora mais tranquilos, os dois se dizem imensamente aliviados, embora doloridos. “A Angélica não conseguia andar, a Eva chorava muito e ficou com um inchaço no rosto. Quando a gente chegou no hospital, ninguém sabia de nada”, disse Luciano. A esposa completou, dizendo que agora o importante é curar o trauma. “A gente apanhou, mas estou feliz de estar aqui. Agora tem que curar o emocional. Ainda não consegui dormir, fico vendo tudo como se fosse um filme”, recordou.

O Jornal Nacional também ouviu o piloto Osmar Frattini, de 52 anos, que contou novamente sobre o procedimento que adotou na ocasião. Ele lembrou como o avião perdeu a potência e começou a cair. “Você tem pouco tempo pra achar um lugar seguro pra pousar nessas horas. Na minha frente, eu vi de repente um lote de gado, uma vaca passou pertinho, subi e coloquei na altitude, aí o avião estabilizou”, contou. “Se a asa estivesse torta, muitas pessoas iam se machucar”.

Para ver a entrevista na íntegra, clique aqui

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