Justiça concede habeas corpus à equipe de Rubens Recalcatti

Depois de dez dias atrás das grades, os policiais civis que integravam a equipe do delegado Rubens Recalcatti ganharam direito à liberdade. A Justiça concedeu ontem (22) habeas corpus para o grupo que estava detido por suspeita de participação em um homicídio qualificado contra um homem supostamente envolvido na morte do ex-prefeito de Rio Branco do Sul, João da Brascal.
Recalcatti era o chefe da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) e foi preso no último dia 13 em uma ação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Ele já estava em liberdade desde segunda-feira (19).
Em seu perfil no Facebook, o advogado dos policiais, Claudio Dalledone, parabenizou a Justiça pela decisão. “O Tribunal de Justiça acaba de conceder habeas corpus aos policiais presos! Quero parabenizar os componentes da minha equipe e reafirmar a minha confiança no poder Judiciário do Paraná”, relatou.
Entenda o caso
João da Brascal, ex-prefeito de Rio Branco do Sul, foi executado a tiros em abril deste ano. Ele era primo do delegado Recalcatti, que passou a participar da investigação do caso.
Segundo o coordenador do Gaeco, Leonir Batisti, Geffer foi morto quando já estava algemado e os policiais envolvidos simularam um confronto. “Temos elementos suficientes para mostrar que não houve a primeira versão, de um confronto em uma localidade em um lugar de difícil acesso. Policiais teriam ido para investigar crime de tráficos, no entanto essa equipe que lá foi não tinha uma atribuição e, mais do que isso, testemunhos informaram que a pessoa estava algemada e foi executada”, descreveu no momento da prisão.
Informações da Banda B.





















