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Pauliki sugere contraturno social em todo o Paraná

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“A melhor forma de reduzir os índices de violência é ampliando as ações de contraturno social. A segurança pública não é feita apenas de repressão policial, existe uma dimensão educacional que não pode ser ignorada”, frisa o deputado estadual Marcio Pauliki (PDT). O parlamentar protocolou um requerimento sugerindo a ampliação da educação em tempo integral e, principalmente, do contraturno social em todo o estado do Paraná. Ele cita como exemplo a oferta extracurricular e gratuita de ensino de línguas estrangeiras modernas, prática esportiva, atividades culturais e reforço escolar.

“O contraturno social é um resgate da cidadania. Ele permite que as crianças e adolescentes ampliem os seus horizontes. As crianças têm acesso a diversos conteúdos e os pais podem trabalhar tranquilos sabendo que seus filhos estão em segurança”, explica. O deputado salienta a importância de parcerias com a administração municipal, associações de moradores e igrejas para a implantação do contraturno social.

A educação em tempo integral é uma bandeira histórica do PDT e um tema que recebe a atenção do parlamentar há anos. Pauliki é fundador do Instituto Mundo Melhor (IMM) e, através do projeto Infância Mundo Melhor, leva conhecimentos de educação para a paz para diversas escolas. O Núcleo de Estudos e Formação de Professores em Educação para a Paz e Convivência é responsável pela ministração dos conteúdos e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (NEP/UEPG) certifica o projeto. “É um projeto de longo prazo. Estamos lançando a semente e sabemos que vamos colher bons frutos no futuro”, diz. O Infância Mundo Melhor está em sua terceira edição e atua em diversos municípios dos Campos Gerais. São oferecidos cursos à distância e quatro encontros presenciais ao longo de cada ano.

“Não podemos minimizar o fato de que há violência e de que há problemas que precisam ser discutidos para que as soluções sejam encontradas. Nossos policiais, por mais heróis que sejam, precisam de maior apoio e de estrutura para trabalharem. Nossos educadores, por mais comprometidos que sejam, também precisam de valorização e recursos para poderem formar as novas gerações que tanto precisamos para mudar o Brasil”, enfatiza.

Informações da assessoria.

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