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Garoto de três anos precisa de doador de medula óssea

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A rotina de uma família jaraguaense mudou por completo quando Henrique Neitzke, de três anos, foi diagnosticado com um tipo raro de leucemia em maio deste ano. As informações são do jornal A Notícia.

Na semana passada, outro exame trouxe ainda mais apreensão: os pais e a irmã mais velha não são 100% compatíveis para o transplante de medula óssea. Agora, a criança está à espera de um doador compatível.

Apesar das dificuldades, o pilar que tem sustentado a família Neitzke é o próprio garoto, que enfrenta a doença com um sorriso no rosto.

O drama de Henrique começou em fevereiro, quando apresentou os primeiros sinais da doença. Após passar mal, um exame apontou que seu baço e fígado estavam inchados. O primeiro resultado deu negativo para leucemia, e ele pôde voltar para casa. Segundo a mãe do menino, Sandra Regina Fridrich Neitzke, dois meses depois, próximo do Dia das Mães, Henrique foi levado ao hospital com uma hemorragia no umbigo. De Jaraguá do Sul, ele foi transferido para Joinville, onde foi confirmada a doença. Desde que a leucemia foi descoberta, Henrique já ficou internado três vezes. Na semana passada, recebeu alta e retornou para a casa da família.

– Ele é bonzinho. Entende que tem que tomar remédio, só chora quando leva injeção – diz Sandra.

O garoto já passou por mais de dez sessões de quimioterapia e teve reações alérgicas ao tratamento, revela Sandra. A mãe conta que ele ficou mais de 30 dias internado – o motivo foi uma forte gripe que baixou a imunidade de Henrique.  Durante os dias no hospital, o garoto teve altos e baixos. Segundo a mãe,  em alguns dias estava mais disposto, brincava e assistia a desenhos, mas em outros, só queria dormir ou acordava chorando.

– O Henrique sabe que está doente, mas não entende a gravidade da doença. Por isso, ele consegue transmitir uma boa energia e nos ajuda a enfrentarmos esse momento. Não é fácil ver seu filho passando por isso.

Leia a reportagem na íntegra

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