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Facção criminosa ataca cidades do interior de Santa Catarina

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A facção criminosa Primeiro Grupo Catarinense (PGC) está escolhendo alvos apenas no interior, para fugir do policiamento reforçado em Florianópolis capital de Santa Catarina. Esta informação consta no relatório da Polícia Militar divulgado na manhã deste sábado (11).

Com três novos ataques durante a noite de sexta (10) e madrugada de hoje (11), eleva-se para 105 o total de incidentes na terceira onda de violência em Santa Catarina. Florianópolis teve o último ataque no último domingo (5). Nos últimos ataques, um policial militar foi baleado em Camboriú, cidade litorânea a 80 km de Florianópolis e um caminhão de mudanças foi incendiado em São Bento do Sul à 251 km da capital. Não houve vítimas.

Segundo a Secretaria de Segurança, o PGC iniciou os ataques a ônibus, policiais e instalações públicas, em 26 de setembro. Supostamente os ataques são para obrigar a polícia a parar de combater o narcotráfico. Claudete Lemhkuhl, Coronel da Polícia Militar diz que "a diferença entre os ataques dos anos anteriores e os de agora é que os bandidos querem o impossível, querem que a polícia pare de combater o crime. Isto nunca vai acontecer. Mas, a violência está diminuindo desde o último domingo. Nossa inteligência analisa cada novo caso, para ver se há mesmo conexão do PGC. Muitas vezes é ação de vândalos, que aproveitam a crise para cometer os delitos".

Nas duas ondas de violência similares registradas nos anos de 2012 e 2013, os criminosos queriam forçar o governo a conceder regalias para líderes da facção presos nas cadeias de São Pedro de Alcântara, Joinville, Blumenau e Criciúma.

Com informações site Uol

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