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Família de garçom assassinato em Curitiba pede agilidade na investigação

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Familiares do garçom assassinado em Curitiba no último dia 08 de outubro, pedem agilidade da Polícia na investigação do crime. Célio Boroski, de 26 anos era natural de Mallet e foi morto na madrugada do dia 8 na Praça Ozório, no centro de Curitiba.

O jovem trabalhava como garçom em um bar no Centro Histórico de Curitiba e foi morto a facadas quando voltava do trabalho. De acordo com informações de Sérgio Boroski, irmão da vítima, Célio e mais dois amigos seguiam para a casa por volta das 4h00, quando foram abordados por quatro homens armados. Os dois rapazes que estavam com Célio conseguiram escapar dos bandidos. Enquanto isso, a vítima foi assaltada e recebeu duas facadas na região do abdômen. O rapaz foi socorrido e encaminhado para o hospital Cajuru, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na ambulância a caminho do hospital. A Polícia não foi ao local do crime e justificou que a falta de documentos da vítima que foram levados pelos ladrões, além da morte ter sido confirmada na ambulância, teriam sido os motivos da demora na abertura do inquérito. “A Polícia Civil vai quando há o óbito no local. Quando é removido para o hospital a equipe vai para o hospital porque lá no local não vai encontrar ninguém”, explicou o delegado Dirceu Schactae, da Delegacia de Homicídios.

Já a família pede agilidade da polícia para identificar os autores do crime. “Não tinha nenhuma informação do que aconteceu. Levou facada e foi às 4h da manhã, mais nada. Quero que eles investiguem e façam o trabalho deles e quero saber o que aconteceu”, disse Sérgio.

Até o momento nenhum suspeito foi preso.

Informações Rádio Najuá

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