Prova com palavrões e ideia de suicídio geram polêmica

Uma professora do Colégio Estadual Hugo Simas, em Londrina, no norte do Paraná, causou polêmica na cidade depois de aplicar um trabalho com questões relacionadas a suicídio e com palavrões. Segundo informações do portal O Diário, das 16 perguntas da prova, metade era de perguntas polêmicas. A professora alegou, à direção da escola, que não leu as questões da prova depois de copiá-las de uma apostila.
As reclamações de pais, alunos e outros professores referem-se a questões como “Certo dia, o professor subiu no telhado, pensou um pouquinho sobre a vida e pulou. O tempo de queda foi exatamente de 1 segundo. Determine em metros a altura do pulo”, ou ainda “abandona-se um político filho da ... do alto de uma construção. Determine, em km/h, a velocidade do impacto do querido político com o solo”.
Aos 60 anos, a professora – que não teve o nome revelado – já é aposentada de um dos padrões e segue com um segundo na rede estadual de ensino. Ela dá aulas para duas turmas do Ensino Médio, onde o trabalho foi aplicado. De acordo com O Diário, a servidora já conversou com a direção da escola. João Batista Raminelli, diretor do colégio, considera que foram cometidos dois erros.
“Primeiro que a professora não é a autora dessas questões, ela pegou de uma apostila. O erro dela foi não ter visto as questões. Ela disse que viu as primeiras, mas não viu o texto na íntegra. O segundo foi ela pedir para rodar sem passar pela revisão da equipe pedagógica, que é a recomendação", explica. Ele acredita que a professora ainda será chamada para prestar maiores esclarecimentos no Núcleo Regional de Ensino.





















