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Depoimento de cúmplice revela traços macabros

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Novas revelações impressionantes sobre o caso do menino Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, assassinado no Rio Grande do Sul, foram divulgados pelo jornal Zero Hora de Porto Alegre, neste sábado (19). O jornal teve acesso a parte do conteúdo do depoimento feito à Policia Civil, dado pela assistente social Edelvânia Wirganovicz, que teria ajudado a madrasta do garoto, Graciele Ugulini, de 32 anos a enterrar o garoto. As revelações de como agiu Graciele são impressionantes.

Segundo a assistente social, Graciele que era uma amiga antiga, teria a procurado para fazer uma proposta: Ajudá-la a dar um 'sumiço no guri'. Em troca, a enfermeira disse que iria lhe dar dinheiro. A princípio, Graciele ira dar R$ 20 mil para que ela a ajudasse a enterrar o corpo do garoto. Segundo a Polícia, R$ 6 mil já tinham sindo pagos, dinheiro que a assistente social usou para dar de entrada em um apartamento que ela estava comprando.

Segundo a assistente social, Graciele planejou todo o crime. Disse ao garoto que ela iria levá-lo para comprar uma televisão que iria ganhar de presente. Os dois - o garoto e a madrasta - saíram da cidade gaúcha Três Passos, onde moravam em direção a Frederico Westphalen, cidade onde morava Edelvânia. Seria nesta cidade que o garoto seria morto. A madrasta disse que antes de comprar a televisão, os dois iram passar em uma benzedeira. No caminho, a madrasta tentou drogá-lo com pilulas para dormir, mas o garoto chegou acordado na casa de Edelvânia. Lá, a madrasta teria dito ao garoto teria que levar uma injeção para ser consultado pela benzedeira, e que a madrasta mesmo daria a injeção.

Só que a injeção continha uma droga fatal. Segundo o depoimento da assistente social, a madrasta pediu para o garoto se deixar sobre uma toalha e aplicou a injeção. Então o garoto começou a "apagar". Edelvânia disse que a madrasta não conferiu se o menino estava realmente morto. A polícia trabalha com a possibilidade de ele ter sido enterrado vivo.

Após colocá-lo na cova, a madrasta ainda teria depositado soda caustica sobre o corpo para acelerar a decomposição. Depois de todo o procedimento, a assistente social disse que foi tomar um sorvete com a sobrinha, enquanto que a madrasta foi até uma loja e comprou a televisão.

Com informações do Portal Zero Hora

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