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Caixa conclui pagamento da parcela de março do Bolsa Família

Recebem nesta terça-feira (30) os beneficiários com NIS de final 0

Além do valor básico, o Bolsa Família conta com benefícios extras
Além do valor básico, o Bolsa Família conta com benefícios extras -

Publicado Por Milena Batista

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A Caixa Econômica Federal finaliza nesta terça-feira (31) o pagamento da parcela de março do Bolsa Família. Nesta etapa, recebem os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 0.

Conforme a Agência Brasil, o valor mínimo do benefício permanece em R$ 600, mas, com os adicionais, a média paga às famílias chega a R$ 683,75. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa atendeu neste mês 18,73 milhões de famílias, com um repasse total de R$ 12,77 bilhões.

Além do valor básico, o Bolsa Família conta com benefícios extras. O Benefício Variável Familiar Nutriz garante seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses, com o objetivo de assegurar a alimentação adequada da criança. Também há um adicional de R$ 50 para gestantes e nutrizes, outro de R$ 50 para cada filho entre 7 e 18 anos e um acréscimo de R$ 150 para crianças de até 6 anos.

Tradicionalmente, os pagamentos são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar datas, valores e detalhes das parcelas pelo aplicativo Caixa Tem, utilizado para acompanhar a conta poupança digital.

Em março, moradores de 171 cidades de nove estados receberam o benefício de forma antecipada, no dia 18, independentemente do final do NIS. A medida contemplou municípios afetados por estiagem, chuvas intensas ou com populações indígenas em situação de vulnerabilidade, incluindo localidades no Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Amazonas, Bahia, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família deixaram de ter o desconto do Seguro Defeso, benefício pago a pescadores artesanais durante o período da piracema. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que restabeleceu o programa.

Outra medida em vigor é a chamada regra de proteção, que em março alcançou cerca de 2,35 milhões de famílias. Ela permite que, mesmo após aumento de renda por meio de emprego, os beneficiários continuem recebendo 50% do valor do auxílio por um período determinado. Atualmente, esse prazo é de até um ano para quem ingressou na regra a partir de junho de 2025, enquanto famílias incluídas até maio daquele ano seguem com o direito ao benefício reduzido por até dois anos.

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